My name is Patthy... Bondgirlpatthy

Bem - vindos ao meu cantinho virtual . A "casa" está sempre aberta à todos que queiram vir aqui ler e comentar meus posts. Este blog não tem compromisso jornalístico portanto não tem compromisso com a imparcialidade. Mas o meu compromisso com a democracia continua. Aqui toda opinião é importante e respeitada. Fiquem à vontade, a "casa" é de vocês. Voltem sempre q quiserem . Um beijo com muito carinho e obrigada.


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

O Gugu está chegando para as noites da Record



Desde 07 de Junho de 2013 Gugu Liberato está fora da TV. Nesta data foi transmitido seu último programa pela Rede Record. Na minha opinião de fã, apesar de gostar muito do Gugu não achei que ele se identificasse tanto com a nova casa pois sua imagem está até hoje ligada ao SBT.
Ir para uma nova emissora, tentar se reinventar sem perder o público que sempre o acompanhou foi um desafio que ele aceitou de bom grado com coragem. 
Muitos é claro, conhecem o Gugu da TV, sorridente, brincalhão, carismático, bonito e atencioso com os fãs. E neste ano que ele ficou afastado das luzes e do palco, o grande público passou a tomar conhecimento de um Gugu que não mede esforços não só para ganhar seu dinheiro como também investir em si mesmo. 
Muito ligado ao universo da TV mesmo sem aparecer diante das câmeras, ele trabalhou arduamente em sua produtora não só para clientes que o procuravam como também em suas próprias ideias de um programa de TV com tudo que o público dele gosta de ver e tudo aquilo que ele sempre quis fazer mas nunca foi possível. Curtiu a família sim, acompanhou seus filhos crescendo. Tirou uns dias para descansar de tudo. Navegou na internet sem o compromisso jornalístico, entrou nas redes sociais (até mesmo para não deixar seu público saudoso de vê - lo e falar com ele).
Nas vezes em que viajou com a família apenas para descansar, ele jamais deixou a TV fora de seus planos. Aproveitou muito as viagens que fez para participar de feiras de programas de TV, conhecer novas tecnologias, formatos e também uma linguagem mais moderna e fez muitos cursos, tudo pensando em quando resolvesse voltar para frente das câmeras. 



Enquanto isso, a imprensa continuava com a pulga atrás da orelha fazendo mil especulações a respeito da carreira de Gugu: Para que emissora ele vai? Será que volta para o SBT? O Gugu está sem trabalho? Só viaja? Os mistérios persistiram pois ele é discreto e, apesar de famoso, não fica tentando se promover a cada instante.
Como sou muito fã do Gugu, vira e mexe alguém me pergunta dele só que exigem respostas que não tenho. Às vezes penso que essas pessoas acham que tenho absoluto controle sobre o mundo da TV só porque gosto de ver televisão e tenho meus programas preferidos mas não é assim. Quem dera ter esse controle! Faria tanta coisa... E por não controlar nada, sei apenas o que sai na imprensa.
No fim de 2014, surgiram notícias de tudo quanto foi lado. A volta de Gugu para a TV ficava cada vez mais próxima.
E logo acabou o mistério: Gugu voltou para a Record mas agora é diferente: não será apenas "mais um" no quadro artístico da emissora da Barra Funda. A estrutura será toda sua, terá participação nos patrocínios e poderá opinar bem mais abertamente sobre seu programa. Sua palavra também terá peso de decisão em tudo. Mais um desafio na sua carreira.





Hoje (re) estreia o programa do Gugu na Record. E este texto está programado para entrar no ar no exato minuto que Gugu pisar no palco. Estarei acompanhando tudo pela TV e não terei tempo para fazer um texto caprichado como ele merece e colocar no ar. Um verdadeiro desafio para mim.
Aliás, Gugu terá seu primeiro desafio de ibope logo de cara: Enfrentará a entrevista exclusiva de Florinda Meza (a Dona Florinda do Chaves) viúva de Roberto Gomez Bolaños no Programa do Ratinho. Tentarei acompanhar as duas coisas mas se não der, assistirei ao Gugu e no dia seguinte a entrevista de Florinda pela internet. Que vença o melhor, sou fã dos dois.
E por falar em desafio, para promover sua volta, Gugu desafiou os fãs a gravarem um vídeo dançando "Pintinho Amarelinho". Em homenagem à ele aceito o desafio. Deixo meu vídeo abaixo.



video

Gugu, novamente usando a sua frase: Receba os meus aplausos e o meu carinho afinal, quando estamos juntos tudo fica mais feliz. Um beijo muito grande e sucesso prá você. 



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

50 Tons de Cinza: Nem ruim nem bom

Era 2011 quando um livro muito diferente dominava o mundo: Fifty Shades Of Grey (50 Tons de Cinza). Em todo lugar, era lido por mulheres de todos os tipos se surpreendiam e se apaixonavam pelo milionário Christian Grey na estória escrita pela autora E.L.James.
O livro era visto por todos os lugares: metrô, praça, parque, mesinhas de cafés onde pessoas sentavam - se para alguns instantes de uma leitura agradável. Essas mulheres tinham "encontros" com o exótico e sensual Sr Grey e, mesmo lendo um livro, quase podiam tocar nele, tal o poder de concentração e a ação viciante que o livro lhes causava. Muitas vezes, envergonhadas, escondiam o livro tentando disfarçar sua leitura dos olhos curiosos mas não suas emoções traduzidas na vermelhidão de seus rostos.
Bem, nem todas as mulheres. 
Na época, talvez eu fosse a única no meu ciclo de amizades femininas que ainda não tinha sido "apresentada formalmente" à beleza e os encantos de Christian Grey. 
Mas isso era um pouco culpa minha também pois toda vez que ensaiava comprar esse livro acontecia alguma coisa: ou faltava dinheiro (em média um exemplar custava R$50,00) ou eu tinha o dinheiro mas os livros estavam em falta. E o livro era mais comentado do que qualquer grande jogo de futebol tanto no Brasil como no mundo inteiro. Era uma febre explodindo num calor acinzentado por entranhas femininas só com a força da imaginação estimulada a cada capítulo.
Com o passar do tempo, a trilogia se completa, acabou a moda. Sr. Grey caiu um pouco no esquecimento mas ainda assim ficou no imaginário como uma lembrança devastadora.
Criou - se então uma expectativa de um filme contando a estória de Grey. As leitoras do livro sentiram outra vez o "amor em cinza" e acompanharam tudo com interesse. Dia 12 de Fevereiro de 2015 era o dia mais aguardado por todo mundo. 
Nesses últimos dias só se fala nisso em qualquer roda de conversa onde houvesse uma mulher ou um casal que o assunto é o  tal filme 50 Tons de Cinza. 
Comigo não foi diferente. Estava na minha tia visitando minha prima que se recuperava de uma cirurgia e na sala conversava com amigas e o assunto: o filme mais falado do mundo no momento. 
Contei que estava curiosa para ver a estória de Grey e Anastácia/Ana. Primeira pergunta que me fizeram: Já leu o livro? Disse que não mas pretendia ler. Meus dois primeiros livros estavam encomendados. 
Seguiu - se por alguns minutos uma animada e interessante conversa sobre 50 Tons de Cinza recheada de risadas e bom humor incluindo reclamações masculinas.





Em casa, a noite, resolvi acabar de vez com minha curiosidade e assistir o filme. 
Ontem à tarde fui ao cinema. Chegando lá, os ingressos para o legendado já se esgotaram. Fui para outro shoping e lá comprei as entradas para a versão dublada. Queria apenas ver o filme. 
Nesse caminho, acabei encontrando um amigo querido. Ele me cumprimentou e foi logo perguntando também com tom de afirmação: Você veio ver 50 Tons de Cinza? Respondi que sim e fiquei impressionada com a rápida percepção dele. Depois disse brincando que eu era criança e não tinha que ver "essas coisas". 
Nos despedimos e em seguida fui comprar o ingresso. Comprei para as 19:30 h. 
Conforme assisti ao filme percebi que não era tudo que as mulheres esperavam nem era tão ruim como os homens achavam. Mas me serviu para me divertir um pouco com algo diferente de tudo que eu tinha visto no cinema ou na TV. Gostei do casal principal Jamie Dorman (Sr. Grey) e Dakota Johnson (Anastácia/Ana). Eles são ótimos juntos, tem uma boa química. Ela é de aparência doce e tem uma sensualidade delicada. Já ele é bonito e tal qual o livro, causa um impacto enorme pela beleza e ousadia inesperada. Sexy e atrevido na medida certa. 
Hoje li os primeiros capítulos do livro. Vi um Christian Grey igualmente provocante e uma Ana doce e romântica. Só esperava mais da estória explorando mais as características deles e a narração da protagonista que não tem no filme (no livro, Ana narra os acontecimentos). Isso "matou um pouco" o roteiro e por isso entendi que o filme não é de todo mal. Na verdade é uma estória para ficar nas páginas de um livro e que as imagens fiquem por conta dos sonhos das mulheres.