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História de Halloween: O clipe que dava medo

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  Michael Jackson no clipe Thriller Hoje, Halloween, Dia das Bruxas. Tem quem goste e quem não goste.  Não se preocupe se você não curte ou não acha certo brincar de gostosuras ou travessuras pelas mais diversas razões.  Razões legítimas e que respeito.  Não estou aqui para julgar ninguém. Apenas para contar uma história.  Para começar, faço uma pergunta: Do que vocês tinham medo na infância? Qual era aquele "monstro" que te deixava apavorado de medo quando era criança? Eu também tive meus medos infantis.  Quem já leu minhas postagens sabe que eu vivi a infância da década de 1980. Uma época de riqueza cultural e musical intensas em que tudo era exagerado e muito colorido. Acessórios da moda eram grandes e muito extravagantes.  Brilhos de lantejoulas, paetês e neon; maquiagem forte e marcante; penteados volumosos e elaborados... Mas tudo ali combinava muito bem. O ano era 1982. Michael Jackson já era cantor de sucesso, embora estivesse ainda em começo d...

Eu e o Xadrez: Aprendendo e descobrindo o fascínio da estratégia

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 Desde muito pequena, sempre tive uma grande curiosidade sobre coisas que eram muito além da realidade infantil, cercada por brincadeiras e o universo da imaginação lúdica próprias de uma criança.  Sempre me interessei por coisas meio que fora da minha realidade mas que eram bem reais porém complicadas e que eu queria entender mas que não tinha idade para isso.  Me refiro por exemplo, desde cedo me interessar mais por livros do que por brincadeiras em algumas ocasiões. Até mesmo ler quando eu mal podia juntar letras ou sílabas no jeito certo para "decifrar aquele código" sem conhecer as letras direito.  E foi nesse tipo de contexto que o tabuleiro de xadrez apareceu no meu radar de interesses. Não lembro aonde eu estava, nem com quem e nem o que estava fazendo quando vi um tabuleiro de xadrez pela primeira vez.  Só sei que achei curioso.  Sempre pedia ás pessoas que me ensinasse mas nunca era possível: ou não tinham tempo ou não sabiam jogar ou tinham esque...

A história de uma bandeirinha

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AVISO IMPORTANTE:  O TEXTO A SEGUIR NÃO CONTÉM NENHUM VIÉIS POLÍTICO, IDEOLÓGICO OU QUALQUER COISA DO GÊNERO NEM DEMONSTRA DESRESPEITO COM SÍMBOLOS NACIONAIS BRASILEIROS OU SUBMISSÃO A OUTRO PAÍS.  TRATA - SE APENAS E TÃO SOMENTE DE UMA  HISTÓRIA PESSOAL MINHA, UMA PARTICULARIDADE QUE QUIS DIVIDIR COM MEUS LEITORES COMO TEXTO PARA ENTRETENIMENTO. Hoje quero dividir com vocês a história de um item decorativo que possuo há 32 anos.  Falo de uma bandeira de mesa dos Estados Unidos. Como toda criança da minha época, quando eu não estava brincando com coleguinhas, primos ou animais de estimação, não estava lendo gibis ou na escola eu gostava muito de ver televisão, especialmente desenhos e filmes.  Era um mundo sem computadores, celulares, internet, rede social ou inteligência artificial. Não haviam influencers nem blogueiros. Uma vida mais simplória onde as informações eram passadas bem mais lentamente através de jornalismo profissional transmitidos por rádio, TV ou...

Clima de Copa do Mundo ainda existe?

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Imagem ilustrativa dos meus álbuns da Copa  Ontem foi dia da abertura da Copa do Mundo 2026, E para falar sobre Copa de um jeito um pouquinho diferente, começo este texto com uma pergunta despretensiosa que pode pegar de surpresa a maioria dos meus leitores, assim como  me pega  de surpresa também a cada vez que eu refaço esta pergunta para mim mesma. Uma pergunta que o povo brasileiro  se faz a cada quatro anos. O clima de Copa ainda existe? Já faz algum tempo que esse clima chegou devagar em ruas, casas, comércios e restaurantes de todo o país que "se veste" de verde e amarelo. Vendem todo tipo de artigo com temáticas do Brasil na Copa, Pessoas que normalmente torcem por times diferentes  a cada quatro anos torcem juntas  por um mesmo time.  Ruas pintadas e em dias de jogos confraternizações entre amigos e até "estranhos" que se juntam em frente a uma tevê para torcer pelo Brasil. E a parte mais legal, colecionar o álbum da Copa.  Tradição que s...

Os Fundadores: Uma história emocionante que bem poderia ser uma saga épica

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  "O Corinthians é o time do povo e é o povo que vai fazer o time" (Miguel Bataglia, primeiro presidente do Corinthians em discurso datado de 1910) Sei que não escrevo aqui muitos textos sobre o Corinthians apesar de ser corinthiana desde meus 5 anos.  Não se trata de indiferença, esquecimento ou ingratidão.  Na verdade, é uma opção que fiz pois possuo leitores que torcem para outros times e não quero que meu blog seja um espaço segmentado. Na internet já existem muitos sites, canais, blogs voltados para torcedores do Corinthians e para outros times. é só procurar e prestigiar o trabalho deles, assim como eu também faço.  Escrevo sobre Corinthians apenas em ocasiões raríssimas e, neste caso, a ocasião merece. No último sábado, dia 30 de Abril, fui ao Teatro do Corinthians assistir à peça Os Fundadores - A Origem do Time do Povo. A peça se passa nos anos 1900 e mostra algumas figuras e costumes de época, retratando um pouco da luta de classes sociais apenas para prepa...

Hercai: Uma estória que nos envolve

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 Há alguns anos eu escrevi aqui neste mesmo espaço a respeito de novelas. Não me refiro a novelas mexicanas ou mesmo brasileiras  nem mesmo os doramas (as "novelas" coreanas que estão muito na moda mas que nunca me despertaram interesse). Não tenho opinião formada sobre elas.  Me refiro na verdade a novelas turcas. Desde que acompanhei a primeira vez a uma novela turca em 2015 na TV Band canal 13, fiquei fascinada em ver a construção de cada estória, tradições de uma outra cultura que eu nem imaginava existir.  As tramas são desenvolvidas com muito cuidado, respeitando o comportamento e os costumes da Turquia mesmo que isto cause um pouco de incompreensão e estranheza no começo.  E tudo é rico em detalhes e beleza poética, mesmo o sofrimento de algum personagem. Costumam também ser longas, durando em média entre um e três anos de exibição. Quinta - feira, finalmente depois de dois anos, acho, terminei de assistir a mais uma dessas novelas tão lindas: Hercai, Amo...

Viva a Noite sob o olhar de uma fã saudosa

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  Não é apenas a Globo que está em ritmo nostágico trazendo de volta seus remakes de sucessos clássicos (no caso, novelas - vejam meu post recente sobre o remake de Vale Tudo - e outros sobre a versão original neste blog). Recentemente, o SBT entrou numa onda "raiz" para reconquistar seu público de outrora e também um público mais jovem que não viveu o auge da TV aberta analógica. Público que está acostumado a fazer seus próprios horários para assistir o que quiserem onde quiserem, não necessáriamente numa sala com TV ligada pois hoje em dia "levamos a TV no bolso" através do celular e apps de TVs e streamings.  Nessa aposta do SBT Raiz não foi somente a programação infantil diária que voltou nem as versões atuais de Casos de Família e Aqui Agora mas um clássico que marcou uma geração inteira de forma definitiva. Lançava moda, apresentava pessoas que tinham os sonhos mais malucos, gincanas e para cantores e bandas era considerado um portal diretamente para o sucesso...