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Que tempo "bão sô"... Pena "qui num vorta"

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Sábado passado foi um dia de voltar à minha infância, aos bons tempos em que as escolas faziam aquelas festas juninas legais, cheias de brincadeiras, prendas, a eleição de "miss" e "princesas" caipirinhas e claro, o tradicional casamento caipira e também a quadrilha com a música do Mário Zan. Nossa, como eu gostava daqueles tempos em que minha avó todos os anos fazia um vestido novo e diferente para mim. E minha mãe fazia minhas trancinhas e me arrumava toda bonitinha para dançar a quadrilha. Por duas vezes eu participei do "miss caipirinha". Em 1983 fui eleita 1ª princesa, tive faixa e tudo. Não fiquei triste por não ser a miss, afinal, uma amiga minha, a Andréia, ganhou por justiça. Sua roupa era bem mais bonita e as tranças maiores e mais grossas do que as minhas. Tudo bem, me diverti muito. De uns tempos prá cá, muita coisa mudou. A festa junina que é autenticamente brasileira, embora sua origem remota dizem que era norte - americana daqueles bailes co...

Carta para Mazzaropi

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Querido Mazzaropi, É com um pouco de tristeza que lhe escrevo estas palavras. Tristeza por saber que você já não está mais entre nós. Deus quis te levar antes que eu pudesse ter conhecido você em vida e seu maravilhoso trabalho. Quis o destino que eu fosse ainda muito pequena para entender suas idéias e as mensagens passadas nos últimos filmes de sua carreira. Minha teimosia no entanto, não deixou que, de certa forma o destino impedisse que eu te conhecesse. Um dia comprei uma revista e li uma reportagem que fizeram a seu respeito. Após isso, fui à uma locadora de vídeos atrás de um dos seus filmes, aluguei “O JECA MACUMBEIRO” (1970), assisti com bastante atenção. Dentro de mim, nasceu uma admiração muito especial. Eu não entendia como eu poderia admirar alguém que nunca vi. Mas aceitei esse sentimento e hoje em dia convivo com ele e aceito, apesar das pessoas questionarem o porque de mim te admirar. Não me contentando em ver um só filme, resolvi que queria assistir a um outro. Novamen...

Um ano sem meu gato James Bond

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Ainda lembro como eu ganhei você. Foi amor à primeira vista. Como esquecer seus lindos olhinhos azuis me olhando e eu te segurando no meu colo. Você era tão pequenininho, tinha apenas 3 meses e quando voltávamos para casa não ouvi sua voizinha o tempo todo e pensei que você fosse mudo mas não me importei. Quando cheguei em casa, ouvi seu primeiro "miau" que era apenas "mi", você ainda não miava. Eu estava muito feliz e comecei a pensar num nome prá te dar. Foi quando eu recordei de meses antes de saber que ganharia você de presente tinha assistido ao filme do 007 que estava em cartaz, "007 Permissão para Matar". Thimothy Dalton interpretava o personagem principal e eu me impressionei pela beleza dos olhos azuis dele. Olhei prá você e lembrei pois seus olhos azuis eram idênticos e decidi te chamar de Bond... James Bond, aproveitando também para homenagear James Bond, um personagem que sempre gostei, mesmo bem antes de você existir. Esse foi só o começo da ...

Para meu avô João

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Eu aos 4 anos ao lado de meu avô João Nesta mesma data, em 1995, falecia meu avô João, uma pessoa muito especial para mim pois além de ser meu avô, também foi como meu pai pois ajudou minha mãe a me criar. O texto que se segue foi escrito por meu avô a partir de um sonho que ele teve em 1991. No sonho ele cantava esta música na Basílica Nacional de Nossa Srª Aparecida todo vestido de branco e sendo aplaudido de pé pelas pessoas que lá estavam. Ele acordou emocionado e tudo que conseguiu foi escrever esta música. O texto contém alguns erros de português já que meu avô foi uma pessoa que nunca foi à escola mas aprendeu a ler e escrever por curiosidade com o cunhado. Foi uma pessoa muito trabalhadora a vida inteira. Publicarei o texto da mesma maneira que ele escreveu Texto original com a letra do meu avô adeus "bahaia"(Bahia) a minha terra querida e agora é São Paulo minha terra preferida onde vim visitar nossa Senhora aparecida nossa Senhora aparicida e milagrosa que é ela é ...

Essa é para começar o mês rindo à toa

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Em 2004 comecei nesse "mundo" do blog. Mal sabia o que era blogar e coisa e tal. Até que um dia me deparei com um blog muito legal de um grande e queridíssimo amigo e incentivador, autor do blog Pegadas de um Dinossauro do Séc. XXI. Entre outras coisas lá publicadas, ele colocou uma piada de rachar de rir. Leiam a placa da fotografia acima com atenção. Essa postagem é dedicada à você Átila meu querido. Obrigada pela amizade, pelo carinho e incentivo. Um beijo enorme prá você meu "dino de estimação". Meu grande amigo e incentivador Átila que me mostrou o "maravilhoso mundo dos blogs"

Valeu Susan Boyle

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Hoje pela manhã minha mãe chegou com uma notícia que não gostei nem um pouco: Susan Boyle, grande sensação da internet que desafiou o mundo das aparências ao ousar cantar como Elaine Paige num show de talentos na Inglaterra perdeu a final para um grupo de dançarinos. Fiquei chocada e também imaginando o que estariam pensando meus amigos que comigo compartilharam da torcida pela vitória de Susan e principalmente no dia em que ouvi pela primeira vez essa escocesa cantar. Confesso que fiquei decepcionadísima com os ingleses que votaram na escolha pelo vencedor do Britan´s Got a Talent (uma espécie de "ídolos" inglês). Só que para mim há tambem a suspeita de manipulação de resultados. Parem por instantes e pensem comigo, voltem no tempo: Quando Susan pisou naquele palco a primeira vez, foi ridicularizada por sua falta de beleza física, sua idade muito "avançada" para o meio artístico. Ninguém acreditava, a não ser ela mesma. Foi com a cara e a coragem desafiando todos ...

O Barco

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Surge na calada da noite, belo, sorridente, encantador, gentil. Oferece a mão para q eu desça os três últimos degraus.do barco. A lua ao fundo a te fazer mais lindo para mim. Encantada, te sigo, sem nada temer. Você, todo de branco como a paz, feliz. Eu, de cor de rosa, cabelos até a cintura, coração pulsando.Forte. Nada falamos... Afinal não era necessário, estávamos simplesmente hipnotizados um pelo outro, não conseguíamos falar. O olhar dizia tudo. Era um momento mágico, onde existia somente nós dois. Você me abraçava com carinho enquanto íamos andando. Eu tremia toda por dentro ao sentir em minha cintura o seu abraço aconchegante, carinhoso, delicado e protetor. Retribuí cada gesto na mesma medida. E nossos corações batiam juntos, no mesmo compasso. Como explicar essas sennsações tão gostosas e únicas? Impossível. Enquanto nossos olhares se cruzavam, o barco cruzava o imenso mar.Imenso como aquele sentimento q nos unia. Rumava sem destino. Uma música ao longe tocou de repente, uma ...