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Obrigada Roger Moore

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Começo este, que provavelmente deverá ser um dos textos mais curtos e mais "prontos" do blog. Até porque, ainda não me refiz por completo da morte do Roger Moore. Estou um pouco "perdida" ainda. Não reparem. E espero que todos leiam essa homenagem feita com muito amor.   Eu era apenas uma menina de seis anos de idade quando entrei na barbearia do meu saudoso avô João para ler o jornal do dia que entre outras coisas, noticiava que na Sessão da Tarde iria passar um filme chamado Com 007, Viva e Deixe Morrer.  Curiosa, sem ter a menor ideia de coisa alguma, resolvi ver o filme. Assisti inteirinho e continuei sem entender nada mas naquele dia, a Bond Mania nasceu dentro de mim e até hoje permanece. Moore foi muito especial, mesmo não sendo meu Bond predileto, marcou minha vida para sempre, não só como fã de cinema mas como ser humano também. De certa forma, Moore que é o Bond da minha geração tem a ver com tudo que aconteceu comigo nesses últimos catorze a...

Meu nome é Bond...James Bond - Capítulo 3 - O Foguete da Morte (1955)

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Neste novo capítulo da série sobre os livros de Ian Fleming vou falar de uma aventura muito interessante e que ao mesmo tempo divide opiniões de Bond maníacos por todo o mundo: O Foguete da Morte.  O homem ainda não tinha pisado na lua quando Ian Fleming publicou este livro trazendo à tona a corrida espacial, principalmente entre a antiga União Soviética e Estados Unidos.  No livro temos a saga do vilão Hugo Drax que quer destruir Londres com um míssel atômico. Ele constrói o Explorador da Lua para tal feito. Com essa estória, o autor nos apresenta aos primeiros fundamentos da espionagem tradicional.  A trama nos traz Gala Brand, uma personagem que não tem no filme mas que no livro auxilia 007 a desvendar os mistérios do Explorador da Lua que ao longo do livro é construído, testado e equipado para enfim ser lançado cumprindo seu propósito de disparar o míssel atômico. Gala Brand é uma Bondgirl diferente de todas as já apresentadas pois não é apenas a linda garo...

Meu nome é Bond...James Bond - Capítulo 2 - Viva e Deixe Morrer (1954)

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Continuando com a série sobre os livros de Ian Fleming onde relato de forma descompromissada a experiência de ler na ordem em que foram escritos, trago um título muito especial para mim, Viva e Deixe Morrer.  Na verdade, o livro não é um dos mais preferidos. O que torna essa título muito especial para mim na verdade é o filme.  Uma rápida história da minha vida que tem tudo a ver com o post de hoje. Eu era apenas uma menina de seis anos de idade quando entrei na barbearia do meu saudoso avô João para ler o jornal do dia que entre outras coisas, noticiava que na Sessão da Tarde iria passar um filme chamado Com 007, Viva e Deixe Morrer.  Curiosa, sem ter a menor ideia de coisa alguma, resolvi ver o filme. Assisti inteirinho e continuei sem entender nada mas naquele dia, a Bond Mania nasceu dentro de mim e até hoje esse sentimento se fortalece cada dia mais.  Viva e Deixe Morrer traz a missão em que James Bond tem que combater o tráfico de heroína no bairro...

Eu vivi para ver um Super Bowl histórico

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Ainda estou sem acreditar no que aconteceu no Super Bowl LI. A "final" da NFL por si só sempre é um espetáculo rodeado de estatísticas, curiosidades e muita expectativa . Os times se dedicam rodada após rodada para chegar até esse dia.  Ontem eu estava muito ansiosa pelo jogo, não via a hora de chegar a noite e a bola oval voar finalmente. A exemplo do que acontece desde que comecei a acompanhar um campeonato inteiro lá em 2013 (em 2012 eu assisti somente o jogo final para acompanhar o show da Madonna). E desde sempre, acompanhar um Super Bowl é assim: ligo minha TV no Esporte Interativo (canal 36 UHF - Sâo Paulo), fico assistindo o jogo e ao mesmo tempo me comunicando com amigos que acompanham há mais tempo, entendem de regras e tem um time para torcer. Tudo regado a muita risada e zoação sadia pela internet e whats app. Só imaginem o que seria nosso grupo assistindo junto!  Aí seria um Deus nos acuda (risos). Literalmente é uma guerra de nervos assistir o Super Bow...

Meu nome é Bond...James Bond - Capítulo Especial - Fleming, The Man Would Be Bond (Minissérie para TV 2014)

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"Tudo o que eu escrevo tem um precedente na verdade". Com essa frase do próprio Ian Fleming que inicia cada um dos 4 episódios da série Fleming The Man Would Be Bond (Fleming o Homem que queria ser Bond) inicio meu primeiro post de 2017 num capítulo super especial da minha série de posts sobre os livros que contam as aventuras de James Bond, o agente secreto mais famoso do mundo. Nada mais justo do que homenagear também o criador de tudo isso, o jornalista, escritor, herói de guerra e "bon vivant" Ian Lancaster Fleming.  Como Bond maníaca que sou, acabei conhecendo o Ian Fleming escritor e o universo que ele criou. O mundo de James Bond 007, o mundo da espionagem, um misto de realidade com fantasias perfeitamente imaginadas e concebidas por uma mente genial. Cada página de um livro de Fleming jamais será, para mim, apenas páginas de excelentes livros com estórias de espiões. Essas páginas serão sempre para mim (ainda mais agora), morada de "pessoas...

Meu nome é Bond... James Bond - Capítulo 1 - Cassino Royale (1953)

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Desde os 6 anos sou fã do James Bond como todos sabem e desde 2003 tive acesso aos livros de Ian Fleming (criador do personagem) através de outros fãs. Comprei os livros um a um e li cada um deles bem depois de ver os filmes. O personagem dos livros era um mistério para mim. Conforme eu ia comprando, eu ia lendo. E como se tratam de livros muito antigos e às vezes difíceis de conseguir, fui lendo tudo fora de ordem.  E várias vezes, reli sem me importar com nada, até agora.  Eu não conseguia entender como o universo criado por Ian Fleming era totalmente conectado de um jeito que fazia sentido.  Recentemente, numa conversa sobre isso num grupo de whats app, fui aconselhada por duas pessoas a tentar ler na ordem e assim, conhecer mais profundamente o 007 dos livros e também o dos filmes cuja ordem cronológica e a conexão das estórias tem outro sentido por ser diferente.  Minha experiência consiste em ler um livro e depois ver o filme correspondente. Mas ...

Eu e a NFL: Meu primeiro contato ao vivo com o mundo do futebol americano

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Quem já visitou meu blog sabe que desde o épico show da Madonna no Super Bowl de 2012 passei a acompanhar com grande alegria e interesse o futebol americano.  Um jogo que, aos poucos fui me familiarizando com as regras enquanto me divirto com as transmissões do Esporte Interativo (canal 36 UHF - SP) que são sempre carregadas de emoção, empolgação e explica as regras para aqueles que começam a se aventurar na transmissão desse esporte tão diferente daquilo que conhecemos por futebol (que para eles é o soccer). Por causa disso, também estou colecionando o álbum de figurinhas lançado pela Panini. com os 32 times do campeonato da NFL, cheio de curiosidades de cada time, tudo muito bem organizado. É muito legal colecionar figurinhas, ainda mais de algo tão interessante. Bolas e camisas Recentemente fui a uma troca de figurinhas no MASP onde troquei muitas figurinhas, claro, e também algumas ideias sobre o "football".  Nesta troca, obtive a informação de que exist...