My name is Patthy... Bondgirlpatthy

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terça-feira, 30 de outubro de 2012

007 Operação Skyfall ou deveria ser 007 Um Recomeço Glorioso?

Cartaz de 007 Operação Skyfall no Cinemark shoping Tatuapé legendado

 
 
Ele voltou! Com essas palavras ditas com uma voz embargada e dois fios de lágrimas que escorriam de meus olhos ao término da cena com Gun Barrell dourada, deixei a sala de cinema do Shoping Tatuapé onde assisti ontem acompanhada por minha mãe ao filme 007 Operação Skyfall, aquele que marcaria para sempre as comemorações de jubileu de ouro do espião mais charmoso e conhecido em todo mundo, meu amado James Bond. O coração da fã que oscilou durante as filmagerns entre temores, incertezas e sexto sentido gritando por sete longos meses ficou feliz e vibrou muito.
Logo no começo do filme já foi possível notar que não seria um filme como os demais feitos por Daniel Craig na pele de 007. Ele encontrou seu jeito de ser James Bond mas ao meu ver não superou as atuações de Sean Connery e Pierce Brosnan. Duvido que algum dia alguém consiga e provávelmente não estarei mais viva quando esse dia chegar.  Porém Craig se consolidou como o responsável pela mais ousada renovação da franquia 007.


Feliz por comemorar os 50 anos de 007




 
Houveram muitas cenas emblemáticas e vitais para que o Bond maníaco que sempre acompanhou tudo tão de perto começasse a entender que 007 estava, finalmente, voltando a ser aquele agente secreto que se tornou "o espião que nós amamos".
A primeira cena da morte de Bond. Expectativa, tristesa e agonia, tudo misturado que nem consegui respirar. Com direito até a obituário. E como alguém que diz "espere, não saia, não está tudo acabado" chega a voz da cantora Adele, maravilhosa como nunca mais se ouviu nem mesmo em música alguma com Skyfall. E que clipe! Digno de uma criação do saudoso Maurice Binder.
E logo começa a ação. O plano desta vez é hackear o MI-6 para invadir o sistema de segurança e roubar informações confidenciais do computador de M.
E é aí que começam a acontecer as coisas que o fã queria. Primeiramente, a volta do Major Boothroyd, o Q e seus gadgets. Bem mais moderno, mais cyber, mais nerd, mais atual que continua a ser um exímio armeiro. A cena clássica de entregar e explicar à Bond como funcionam as "engenhocas" e ordenar (em vão é claro) que tais equipamentos sejam devolvidos intactos. Saudades de você Desmond  Llewelyn!
O vilão responsável por tão audacioso plano é Raoul Silva, um brasileiro ex - agente do MI-6 que resolveu trair a confiança de todos e dar fim à vida de M usando contra ela seu sistema. Referência clara e moderna do Jaws de 007 contra o Foguete da Morte que teve cenas rodadas no Rio de Janeiro, Brasil.
E para o ponto alto do filme, uma frase que definiu tudo até o fim da estória e que me fez voltar até sábado passado na CON 007 e lembrar de uma coisa tantas vezes repetida por vozes, frases e sotaques diferentes: Que James Bond precisava sair dessa "amnésia" que foi o filme "Quantum of Solace" e voltar para seus fãs. Agora entendo o que queriam dizer.
Bond entra no velho Aston Martin DB5 e vai de encontro seu passado, de sua família. Retornando pela primeira vez ao rancho Skyfall onde viveu com a tia após a trágica morte de seus pais Andrew e Monique Bond (quem desconhece essa informação sugiro que leiam os livros de Charlie Higson da coleção O Jovem Bond). Lá usa a arma de seu pai com as iniciais dele gravadas para combater o mal.
Não contarei os detalhes da cena, só sei que depois de estar ali é que o cerco se fecha e tudo volta ao normal, inclusive o tão esperado reencontro com pessoas especiais que não direi quem são. Tem que ver o filme para descobrir.
E o final... bem, desta vez não foi com uma Bond girl mas com todos os fãs. James Bond voltou para nós.
Um último recado ao meu amigo Sérgio que de brincadeira insinuou que eu teria um encontro. Sim Serginho, tive um encontro sim... Um maravilhoso reencontro na verdade com ninguém menos que Mr. Bond... James Bond! Viva 007 Bond para sempre! Cheers!


Bond, I will return for see you












domingo, 28 de outubro de 2012

4ª CON 007 50 anos de James Bond e um turbilhão de emoções para meu coração

Cartaz CON007 site Comunidade 007 Brasil
Estou muito emocionada mesmo e muito feliz que mal consigo dormir de tanta alegria. Só Deus sabe o quanto eu queria estar (e o quanto eu precisava estar) neste evento, sobretudo nesses últimos meses da minha vida. O quanto eu precisava rever essas pessoas tão especiais e amigas que me apoiam no meu dia a dia mesmo na distância de um telefone ou de uma tela de computador. Amigos (as) obrigada por existirem e por eu ter encontrado cada um nos caminhos da vida. Amo vocês para sempre.
Sobre a CON , tudo como sempre impecável. Ano passado a equipe se renovou. Sangue novo, talentos descobertos e eu ali vendo tudo com um orgulho tão imenso de todos eles que mal cabia dentro de mim.
Na abertura, um dos meninos, Dantas, lindamente vestido com um smoking ao melhor estilo James Bond fez uma performace de cosplayer com ajuda de vozes gravadas numa cena em que ele no papel de 007 entrou para "comemorar" seus 50 anos. Sérgio e Miguel, com camisetas com o símbolo da SPECTRE  representavam os vilões que queriam "destruir" o evento. Mas é claro que Bond logo deu seu jeitinho e mostrou à eles que os "penetras" ali eram outros. Parecia o início de um filme de verdade com diálogos fortes e muita ação. Chorei o tempo todo emocionada com a bela atuação de todos e pelo turbilhão emocional que senti por várias razões.
 
 
Dantas durante a performace como 007
 
Sofisticação, elegância e precisão em cada gesto como um verdadeiro James Bond

 
Outra grande surpresa ficou por conta do encontro de duas épocas através de duas pessoas. Mary se vestiu e maqueou como uma verdadeira gueixa para representar Kissy Suzuki de Com 007 só se vive duas vezes, e nosso James Bond representando a época atual, a comemoração de 50 anos de um grande sucesso mundial. Claro que foram alvos de muitas fotos e de aplausos após tudo. E como estavam entrosados e lindos! Arrasaram.
 
Mary e Dantas como Kissy Suzuki e 007 lindos, perfeitos

 
Depois o vídeo de abertura editado pelos meninos talentosíssimos. O editor mudou mas a qualidade só cresceu. Criatividade correndo solta pela imaginação do querido Miguel com a experiência ímpar de Fábio e Marketto. Aí começou prá valer. Passaram vídeos do box de blu ray recheadérrimo de extras e claro, a música da genial cantora Adele não podia faltar. Foi a deixa para um papo sobre 007 Operação Skyfall.
Muitas perguntas, debates e comparações. Pelo que senti até agora esse filme trouxe 007 de volta aos padrões (assistirei no decorrer da semana ou no fim de semana mesmo, veremos como serão os próximos dias). Houve a modernização mas. a mistura única entre os tempos atuais e uma tradição de meio século está tão perfeita a ponto de fazer Eduardo Torelli, especialista no assunto 007 rever alguns conceitos de suas críticas até então ferrenhas à Daniel Craig . Não que meu amigo tenha mudado de ideia, só que neste filme Craig e todo o elenco estavam numa sintonia perfeita como nós sempre quisemos ver e que tanto esperamos. E claro que os meninos, sabendo que eu ainda não vi o filme, a todo momento me alertavam sobre spoillers ou sobre algo que eu tinha de reparar em cena. Brincalhões e divertidos! Aliás, brincadeiras de arrancar gargalhadas do fundo do nosso DNA são especialidades desses queridos que moram no meu coração!
Principalmente nos sorteios de brindes. Giu é "simple the best" nessa área sejam brincadeiras conosco e até consigo mesmo por sua grande (em todos os sentidos) presença de espírito. Amigo, você tinha que fazer um stand up solo é sério. E já fez pelo menos um aprendiz dessa arte, nosso amigo simpaticíssimo Sérgio. Alguém me explica o que era aquela cena hilária de Giu e Sérgio cantando todos os Bond Themes imitando os timbres das cantoras. Sinceramente prefiro as cantoras originais.
Quando estava num dos sorteios, Sérgio se aproximou de mim e disse que o colar que eu usava (uma réplica do nó argelino que Eva Green usa em Cassino Royale) era maravilhoso e que deveriam sorteá - lo. Agradeci o elogio e entrei na brincadeira. Em tempo, em um dos quase últimos sorteios, eu ganhei um livro de bolso de Cassino Royale e minha mãe um poster e camiseta comemorativa dos 50 anos que obviamente ficou para mim (risos).
Também foi falado brevemente do lançamento de Hurricane Gold de Charlie Higson da série O Jovem Bond. Será lançado em Fevereiro de 2013. Claro que vou ler e não vejo a hora!

Quiz valendo uma miniatura oficial de Pierce Brosnan medindo 55 cm. Uh bati na trave


 

Como "cereja no bolo" de 50 anos de nosso amado Bond houve um quiz sobre os Boxes Bond 50 valendo uma linda miniatura de 55 cm oficial de Pierce Brosnan. E ela não foi minha por questões de posicionamento. Reparem na foto acima nas cadeiras: Da esquerda para a direita: Tiago, eu, Dantas e Daniel. O sentido das perguntas foi feito ao contrário. Daniel errou sua resposta, a pergunta para Dantas era facílima: Qual o nome do cavalo de Zórin em 007 na mira dos assassinos? Eu sabia a resposta, Pégasos. Dantas confundiu com Inferno, cavalo que também pertencia a Zórin mas que 007 estava montado. O raciocínio da resposta tinha que ser baseado na questão de qual o nome do cavalo que Zórin montava. A pergunta para mim foi qual o filme de maior bilheiteria em todos os tempos. Errei. Respondi que era A Serviço Secreto de Sua Majestade. Raciocinei em cima do fato de ser o filme mais querido de todos os tempos mas a resposta certa era 007 contra a chantagem atômica. Até que sabia mas fazia tempo que não estudava nada sobre bilheiteria desde a época do programa 21 do Silvio Santos que fui chamada mas não cheguei a participar pois saiu do ar. Parabéns Tiago, o Pierce está em excelentes mãos, cuida bem dele tá?
E fora isso tudo, o clima de amizade, amor e carinho entre nós só cresceu ainda mais a olhos vistos


Eu e minha querida amiga Gabi
E para terminar não posso deixar de fazer um agradecimento muitíssimo especial a meu primo e afilhado Rafael que mesmo sem ter nada a ver com James Bond me ofereceu uma carona para ir e voltar a hora que quisesse da CON que terminou as 22h . Sem isso seria impossível! Obrigada. Nem que eu viva 50, 100 anos ainda fico te devendo essa. E claro agradecer principalmente à Deus e à minha mãezinha querida  por tudo isso ter sido possível! Queridos amigos, meu coração está feliz pois estivemos juntos. Que vocês retornem para casa felizes e seguros, que nada de mal aconteça, nem mesmo um arranhão inofensivo e espero revê - los muito em breve. Beijos para todos vocês.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

50 anos de James Bond sob o olhar de uma fã


Estou em casa, ano de 2012, em plena era digital. Para escrever esse texto tenho um computador moderno.  Na janela do meu quarto não há a paisagem linda e paradisíaca de Goldeneye, nem mesmo o cantar dos pássaros e o murmúrio das águas calmas onde o criador das aventuras de 007 banhava – se pela manhã.
Não tenho uma máquina de escrever Royal. A paisagem é feia. Carros e caminhões que passam pela rua num som irritante competindo com o som do disco de vinil de Tom Jones que toca na minha vitrola dois em um. Do disco ecoam melodias que dão ao menos alguma beleza à paisagem cinza e barulhenta que ignoro.
Em minha mesa tenho telefone, agenda, papel, caneta, bandeiras, incluindo a de meu time do coração, bibelôs e um pequeno pedacinho da Irlanda.
De repente, olho os livros e vejo obras primas escritas por Ian Fleming.
Seus 14 livros com as aventuras de James Bond que tantas vezes li, reli e hoje ousei imitar o estilo neste texto.
Decidi então me perguntar novamente o porquê de me apaixonar por um personagem que vi pela primeira vez aos seis anos pela TV, numa tarde qualquer.
Não sei explicar esse fascínio de tantos anos sem ser óbvia. Impossível.Então me permitirei ser bem óbvia.
Um espião misterioso e lindo, desse tipo de beleza de se olhar e suspirar, rendendo – se completamente ao seu charme. Um estilo de vida com o qual todos sonham. Lugares tão paradisíacos quanto Goldeneye, bebidas e cardápio fino, carros que são verdadeiras potências de quatro rodas, os melhores hotéis, os lençóis mais macios das suítes mais caras.
Dinheiro para gastar com jogos em cassinos e vodca – martini batido não mexido sem qualquer preocupação se vai dar para pagar ou não.
Belas mulheres que usam lindos vestidos desses que qualquer uma queria em seu guarda roupa. Mulheres que todos os homens queriam seduzir, mas que só James Bond conseguiu com seu charme único. Ternos e smokings das melhores grifes, corte alinhado de perfeito caimento, abotoaduras e gravatas caríssimas e camisas do mais fino tecido.
E como se isso não bastasse, com a ajuda de uma supertecnologia de espionagem ser muito bem pago para trabalhar viajando pelo mundo de primeira classe para combater vilões perigosos que querem destruir a paz seja pela Guerra Fria ou pelo terrorismo em missões ultrassecretas em aventuras de se prender a respiração e sentir o coração pulsar forte.
A tudo isso se acrescente perseguições, lutas e grandes explosões, bata tudo, não mexa! E beba saboreando cada um dos elementos ao som de uma trilha com acordes sofisticados e elegantes como faço agora.

O Bond maníaco sabe do que falo, pois é exatamente assim a cada exibição de um filme de James Bond nesses 50 anos, seja o mais recente lançamento ou aquele velho clássico que já se perdeu as contas de quantas vezes assistiu. O fã de 007 é como seu personagem preferido: discreto, mas sabe apreciar com certa classe aquilo que gosta. Por duas horas se permite sonhar com o mundo fascinante de um personagem tão clássico e tão atual. Atraente somente para seus olhos.Um brinde à Bond James Bond pelos seus 50 anos! Bond forever!