My name is Patthy... Bondgirlpatthy

Bem - vindos ao meu cantinho virtual . A "casa" está sempre aberta à todos que queiram vir aqui ler e comentar meus posts. Este blog não tem compromisso jornalístico portanto não tem compromisso com a imparcialidade. Mas o meu compromisso com a democracia continua. Aqui toda opinião é importante e respeitada. Fiquem à vontade, a "casa" é de vocês. Voltem sempre q quiserem . Um beijo com muito carinho e obrigada.


quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

De volta aos anos 80

Jogo Genius, um clássico dos anos 80. Esse da foto é meu

Como a maioria das pessoas de mais de 30 anos, vivi intensamente aquela época gostosa da Infância 80. Vi todos os programas de televisão, acompanhei a moda mesmo sem seguí - la à risca, etc. Sou do tempo do programa infantil apresentado por palhaços e loiras e no domingo tinha o "Domingo no Parque" e mais tarde a Zebrinha do Fantástico (que só teve isso de Fantástico) falando os resultados da loteria esportiva quase relinchando. Uma época que se podia sair na rua com os brinquedos para mostrar aos amiguinhos no dia do Natal. Os meninos com Playmobill, Autorama. As meninas com as Fofoletes, as enormes casas da Barbie. E meninos e meninas com os jogos sensação da Estrela como Banco Imobiliário, Detetive, Cara a Cara... Tempo em que o filme da moda era E.T., o público queria desvendar o assassinato de Odete Roitmann  No sábado todos gritavam bem forte, bem alto, bem animado Viva a Noite, dançando ao som de Dominó, A - Ha e Menudo.
E o videogame da moda Atari, que eu não tive mas joguei e muito nas férias que passava na casa de primos.
E eu consegui a magia de voltar a viver essa época ontem. Fui até a galeria 7 de Abril à procura de um boneco do palhaço Bozo fabricado pela Estrela. Eu tinha esse boneco, sou uma "amiguinha" do Bozo. Adorava o palhacinho. Só que procurei e não consegui achar: ainda. A busca não terminou..
Em compensação, pesquisando de loja em loja eu fiz uma verdadeira viagem ao passado. Nas lojas estavam sendo vendidos (de segunda mão é claro) a maioria dos brinquedos que tive ou que já brinquei na casa de meus primos. Foi algo que não tenho como explicar. Parecia estar em outra dimensão. Me emocionei em ainda mais ao ver um sonho de consumo que eu tinha e nunca realizei: o Robô Arthur, que era um robô de controle remoto que você podia comandar a longas distâncias. Me conformo em apenas olhar para ele já que na época era um brinquedo muito caro e hoje ainda é. Foi bom.
Hoje, na era dos computadores, internet e redes sociais nós podemos resgatar sentimentos que envolvem isso e sensações assim  não consta no Google nem podem ser comprados no Mercado Livre. A geração de hoje só vai saber da informação fria e não do que sentimos. Informações dá para pesquisar, constam no Google.
Foi nostálgico, bom, ainda mais em fim de ano em que todos tendem a esse sentimento. Como diria aquele cara da Praça "Tempo bom não volta mais. Saudade de outros tempos iguais".

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Meus 8 anos na Comunidade 007 Brasil

Hoje é um dia muito especial para mim. Fazem 8 anos que entrei na Comunidade 007 Brasil.
Desde muito pequena, sempre fui fã de James Bond. Assistia aos filmes mas não tinha com quem conversar sobre o assunto.
Até que numa tarde em que eu estava vendo TV isso mudou. Estava zapeando canais durante um intervalo de um programa que nem me lembro mais qual é quando parei na MTV no programa Neurônio.
Assisti, me diverti e me cadastrei assim que o programa acabou.
Desde então eu só tenho vivido grandes momentos. Dos quais destaco alguns:
A primeira reunião da C007 que participei. Além de ser tão bem recebida numa atmosfera de carinho e atenção, nunca tinha conversado com ninguém sobre 007, alguém que sentisse as mesmas coisas que eu. Outro momento inesquecível foi a primeira Jedicom, onde conheci Eduardo Torelli e aconteceram coisas hilárias e legais que não dá para inumerar. Foram dois dias de puro encantamento, como num filme.
Teve também a viagem para o Rio de Janeiro em comemoração aos 25 anos do filme Moonraker. Sempre quis conhecer o Rio e aquele fim de semana foi muito especial. A matéria para o jornal Estadão acompanhada de meu gato James Bond a convite do Marcus.
Também o dia em que fui convidada para integrar a equipe da Comunidade pouco tempo depois de me associar.
E na equipe um momento inusitado foi quando conhecemos Jeremy Bulloch, "Smithers". Já contei aqui mesmo neste blog tudo desse dia inesquecível.
Também o dia em que conhecemos os nossos amigos que vivem em outros estados, foi muito legal. A distância diminuiu e o carinho aumentou muito e aumenta a cada dia. Um dos dias mais divertidos foi ter participado do Bondcast Brasil edição nº 3 (antes do reboot). Foi tão divertido participar, tanto quanto ouço. É uma descontração entre fãs de James Bond e mais do que isso, um bate papo entre amigos. Quero repetir a dose qualquer dia.
Sei que não disse muito mas este post é para agradecer à vocês Marcus, Fabio, Marketto e demais associados da nossa Comunidade por toda amizade e carinho e pela confiança de todos esses anos. Juntos por James Bond, unidos pela amizade. Um brinde: shaken not stirred.

Dedicado com carinho à todos os associados e à equipe da Comunidade 007 Brasil. Amo vocês!!!


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Missão dada é missão cumprida: Tropa de Elite 2 é o filme nacional mais visto de todos os tempos

Demorou muito mas finalmente o povo brasileiro entendeu o que é o cinema nacional realmente empolgante e de ótima qualidade. E tenho o grande orgulho de ter contribuído ao menos um pouco com o êxito alcançado por Tropa de Elite 2 indo assistir ao filme pagando meu ingresso, mesmo de meia entrada. Valeu e como.
Só que o êxito deste filme sensacional não começou agora. Começou na verdade com o filme "Lula o filho do Brasil" onde se mostra a tragetória sofrida porém vitoriosa de um retirante que por seus méritos se torna operário, sindicalista e por fim atinge o posto mais alto do país, a Presidência da República. E esse mesmo filme está cotado para ser o primeiro longa brasileiro a ser agraciado com o Oscar de melhor filme estrangeiro. Um filme como deve ser. Para sonhar com dias melhores e não para se lamentar ou não entender nada.
A semente para os novos rumos do cinema nacional pós Mazzaropi estava plantada. Em 2007 já rendeu seus primeiros frutos: E que frutos! Finalmente, depois de tantos filmes ridículos só para o fã ver seu artista predileto na tela grande, estórias que ninguém entende e também estórias que infelizmentem fazem o mau triunfar sobre o bem ou mesmo quando do nada se fazia alusão ao sexo para salvar o interesse pelo filme. Surge um visionário chamado José Padilha, diretor e cineasta de trabalhos polêmicos e resolve  adaptar de um livro com relatos verdadeiros a história do BOPE do Rio de Janeiro.
Quem não ouviu a expressão "Pede prá sair", "Tá com medinho seu 02" e outras ou nem ouviu falar de  Capitão Nascimento, com certeza estava fora de qualquer roda de assunto sobre cinema.
Este filme mostrou a que veio e construiu o herói brasileiro com "alma" hollywoodiana que tanto precisava existir. Principalmente para mostrar que dentro da nossa dura realidade ainda podemos confiar em alguém para nos proteger do mal nem que seja apenas no filme.
E esse ano José Padilha em "Tropa 2" mostra que depois do tráfico de drogas ter sido combatido no Rio  ele faz de tudo para tentar combater a corrupção. E este é um inimigo bem maior e mais difícil. Ao fim do filme, dá a entender que ainda resta esperança e que todos da sociedade tem que lutar juntos para vencer esse inimigo.
Aliado ao sucesso do primeiro filme e o enredo atual e realista é que Tropa 2 bateu semana passada a casa de 10 milhões e 400 e poucos mil espectadores que como eu foram ver um filme brasileiro bom de verdade, batendo Dona Flor e seus dois maridos depois de 32 anos de liderança de bilheteria. Vibrei como vibro a cada gol do Corinthians. E quero que nunca mais ele seja ultrapassado. O Brasil tem tudo para ter um cinema de qualidade. Agora é aguardar o DVD  e curtir muito o sucesso de vendas que com certeza o filme terá. Faca na Caveira!


sábado, 4 de dezembro de 2010

Sem palavras para descrever tantas Emoções

Inicio este post sem saber com que palavras começar. Não pude escrever antes porque estava sem internet. A única coisa que posso lhes assegurar é que semana passada dia 27 de novembro vivi uma noite inesquecível quando fui ao show do Roberto Carlos no Corinthians.
Como diz na própria música dele "eu conto os dias conto as horas prá te ver" ou mesmo o trecho de uma outra "...cartas já não adiantam mais quero ouvir a sua voz"
Para uma fã do Roberto Carlos que aprendeu a existência da música ainda pequena ouvindo os LPs de vinil sem entender o significado das letras é um momento único.
Meu coração disparou quando a platéia começou a cantar para ele "Como é grande meu amor por você". Nem sei como consegui cantar porque logo as lágrimas cairam. Chorei por amor. Chorei para dizer o quanto amava aquela pessoa que mesmo sem saber era parte de minha vida.
Roberto entrou e a magia aconteceu. Como toda fã do "Rei" que se preze imaginei que ele cantava só para mim. Sentia minha alma ser acariciada por cada canção de amor, me imaginava nas letras das músicas. Coisa bem de fã. "Detalhes tão pequenos de nós dois são coisas muito grandes prá esquecer..." exatamente como a letra. Era como estar hipnotizada por uma atmosfera de amor.



Outro momento emocionante foi quando ele cantou "Lady Laura" em homenagem à mãe que falecera esse ano no dia 18 de abril, um dia antes do aniversário dele. Pelo telão reparei a fisionomia tristonha do "Rei" e naquela hora queria tanto poder fazer alguma coisa para consolá - lo.
Me diverti também com as canções da jovem guarda. Muito engraçadas e com um ritmo bom de dançar.
E o final emocionante com a música "Amigo" tendo seu refrão parcialmente trocado para a letra adaptada pela torcida Corinthiana durante a série B e também a aparição do filho dele, Dudu Braga fingindo tocar trompete e vestindo uma camisa do Corinthians por baixo do paletó azul da orquestra RC9.


O retorno da rosa roubada

Deixei o melhor para o finalzinho e vou explicar porque. No começo da década de 90 ganhei uma pétala de uma das rosas que o Roberto Carlos joga para o público. Uma conhecida me deu. Por anos guardei em minha carteira como um amuleto, uma relíquia.
Há 5 anos atrás fui roubada, levaram embora minha carteira com tudo dentro. Refiz documentos, dinheiro acabei conseguindo mas a rosa que estava esfarelada num saquinho não recuperei. Nossa! Como aquilo me fez sofrer a ponto de meu coração se entristecer a cada vez que via a cena do "Rei" jogando as rosas nos especiais da Globo.
Na saída do show, vi um rapaz com uma das rosas. Não tive coragem para pedir. Minha mãe então pediu sem a menor cerimônia. Ele tirou uma pétala e me deu. A emoção foi tamanha que chorei de novo. De alguma forma eu recuperei a minha rosa que um ladrão desalmado levou. Um rapaz de boa alma que nem sei quem é me "devolveu" o que tinha sido tirado de mim.
Foi uma noite cheia de detalhes impossíveis de esquecer e de muitas emoções.