My name is Patthy... Bondgirlpatthy

Bem - vindos ao meu cantinho virtual . A "casa" está sempre aberta à todos que queiram vir aqui ler e comentar meus posts. Este blog não tem compromisso jornalístico portanto não tem compromisso com a imparcialidade. Mas o meu compromisso com a democracia continua. Aqui toda opinião é importante e respeitada. Fiquem à vontade, a "casa" é de vocês. Voltem sempre q quiserem . Um beijo com muito carinho e obrigada.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Game ON, o mundo encantado dos games

Hoje fui ao MIS (Museu da Imagem e do Som) visitar uma exposição muito legal e diferente. A Game ON que reúne videogames de várias épocas distintas e conta a história dos jogos eletrônicos desde o jogo Pong, um dos primeiros jogos lançados para o público, passando pelo Arcade, os fliperamas, os cartuchos do Atari até chegar nos atuais simuladores, Play Station e X - box.
Acima de qualquer coisa, essa exposição não é apenas para saudosistas dos antigos games nem tampouco para a geração WI e simuladores. Essa exposição é para todos os públicos.
Quem gosta de videogames vai se esbaldar, viajar no mundo encantado dos consoles e computadores de jogos. Eu adorei jogar Sonic outra vez, jogar boliche, tênis e basquete com os modernos WI - FI, embora um pouco atrapalhada pois sou do tempo do console e não do comando por movimentos. Adorei Pac Man no telão grande.
Jogar Atari, mesmo sem ser River Raid, me fez voltar um pouco aos dias agradáveis de domingo na casa da minha prima Rosângela (o Atari que eu jogava era dela). Para mim foi um baita passeio.
Descrever em palavras essa viagem é difícil, só quem jogou videogame, não importa qual, me entende pois com certeza se divertiriam tanto quanto eu numa exposição como esta. Tinha até um simulador sensorial em que os movimentos de seu próprio corpo controlam a bolinha.
Gostei mais da parte "das antigas" pois estou bem mais familiarizada. Até joguei Asteróides, um jogo que conheço do seriado Todo Mundo Odeia o Crhis num dos episódios, onde o personagem joga na loja do Dock em Bed Stuy para recuperar seu recorde perdido.





















Na exposição também tem uns computadores que eu definitivamente não sei nem ligar. Um deles era um IBM do ano de 1972.
Com certeza eu não teria um blog se meu computador fosse desses. Olhando para ele me senti uma analfabite total.





Apenas senti falta de algum jogo de 007 já que nunca joguei nenhum e essa seria minha oportunidade, mesmo assim, foi muito divertido. Quem quiser ver a exposição, ela está em cartaz no MIS até o dia 08 de janeiro de 2012 e o ingresso é R$ 10,00.
 Estudantes, idosos e portadores de necessidades especiais pagam meia entrada. Ela funciona de 3ª à 6ª das 12:00h às 21:00h e aos Sábados, Domingos e Feriados das 11:00h às 21:00h. O MIS fica na AV Europa, 158. Bom divertimento à todos! E por hoje, deixo meu
Game Over!












segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Duas estórias do Chapolin Colorado






Escrevi esses dois textos para participar de um concurso de contos do Chapolin Colorado  promovido pelo Fã clube Chespirito Brasil, cujo prêmio era uma camiseta com motivos de Chaves e Chapolin. O concurso foi realizado entre os dias 13 e 24 de julho de 2011. Não ganhei o concurso mas quero compartilhar as minhas estórias. Espero que gostem

1) O casamento da Dona Florinda

A Vila está em festa, afinal, depois de 20 anos de namoro e "40 e onze" xícaras de café, chega o dia do casamento de Dona Florinda com o Professor Jirafales.
A Velha Coroca estava feliz porque finalmente iria se livrar de toda a gentalha.
No páteo da Vila todo enfeitado com os buquês de flores que o Girafão Comprido mandou durante todo o namoro, toda a Vizinhança aguarda o momento em que Quico ganharia um "Papai Novo".
Seu Madruga coloca o disco na vitrola que o Dr. Chapatin emprestou. Começam os primeiros acordes do tema de E o Vento Levou.
A Senhorita Paraíso, digo Céu, Digo Glória... entra na frente jogando pétalas de rosas para a noiva passar. Jirafales aguarda no altar com mais um humilde presente.
Quico entra conduzindo a mãe e usando seu terninho de marinheiro de "casemira penteada" azul da saga de Acapulco.
A mãe estava vestida com um vestido branco e bobs combinando, além de seu avental. Tinha acabado de voltar do salão de beleza que estava fechado.
Mas, de repente, Hector Bonilha bate no bochechudo e rapta Dona Florinda.
- Oh e Agora quem poderá me defender? disse Jirafales
-EEEEEEEEEEEuuuuuuuuuuu
- O Chapolin Colorado
- Não contavam com minha astúciaaaaaaa
- Que bom que você chegou Chapolin, imagine que...
Mestre Linguiça conta o que aconteceu e Chapolin desmaia.
Até ele que é burro duvidava que um dia Dona Florinda e Professor Jirafales iriam casar.
Depois que recupera os sentidos diz:
-Palma palma não priemos cânico. Eu salvo a Dona Florinda, sigam - me os bons.
E saiu atrás do raptor.
Chapolin achou Hector com Dona Florinda e bateu nele com um pau. Pegou a Velha Coroca e acordou Quico que ainda estava desmaiado.
Tudo recomeçou.
A Velha Coroca chegou no altar e o casamento prosseguiu:
-Professor Jirafales que milagre o Senhor por aqui!
-Dona Florindaaaa. Vim lhe trazer este humilde presente (e ao invés de flores coloca a aliança no dedo de Dona Florinda).
Dona Florinda percebe que dessa vez não são flores e fica feliz. Sem saber o que dizer, convida:
- Não gostaria de entrar e tomar uma xícara de café?
- Não seria muito incômodo?
- Ah mas é claro que nãooooooo queira entrar.
- Depois da Senhora
- Ah obrigada
Ele, ao invés da abrir a porta para que Florinda entre, a toma nos braços e beija finalmente. Todos aplaudem.

O Chapolin Colorado vai se sentar na cadeira para começar a comer e sai tropeçando no banquete da festa da Dona Florinda que a Bruxa do 71 preparou com suas próprias mãos e a comida voa para todo lado.
- Burrooooooooooooo. Gritaram todos para o Vermelhinho.
E o padre? perguntam vocês. Eu esqueci de dizer que o padre era o Jaiminho e ele não celebrou o casamento pois preferiu evitar a fadiga. O Chaves não compareceu porque esqueceram de convidar.

Fim

2) Vamos à Disneylândia com o Polegar Vermelho
Obs: Apesar das informações parecerem verdadeiras elas não passam de uma estória que não existiu

Lembram daquele cartaz que o Chapolin pede ao Xerife se pode colar junto com os de procura - se o Racha Cuca? Pois é, acessando a internet descobri que o concurso era verdadeiro e resolvi me inscrever.

O concurso para ir à Disneylândia foi até anunciado no jornal do SBT e lá explicaram as regras.
A gente tinha que ir ao mercado comprar uma lista de produtos divulgado pelo portal Chespirito. org.
Nessa lista de produtos tinham uns códigos de barra que deviam ser cadastrados em fóruns ou portais de fã clubes de Chespirito por todo o mundo e só valia uma vez.
A lista de códigos tinha que ser registrada no fã clube ou fórum do país que você mora. Aqui no Brasil escolheram o fã clube Chespirito Brasil. Os produtos eram:


coisa que serve para limpar prata
bola quadrada
corneta paralisadora
copo de suco Super de Quico
pirulito de caramelo
tinta invisível
marreta biônica
cerveja Chevez
varinha mágica da Bruxa Baratuxa


Anotei tudo e saí correndo para comprar. Minha sorte era que o mercadinho perto da minha casa ainda estava aberto.
Comprei tudo, paguei algumas moedas e corri para a casa. Acessei o site especial da promoção e cadastrei meu código 24147172BARRILNUMEROOITO.
O resultado iria sair no dia do aniversário do Chespirito e ele próprio iria anunciar no SBT para todo o mundo quem iria para a Disneylândia com o Polegar Vermelho.
Na data marcada, vesti minha camiseta do Chapolin Colorado e liguei a TV no Jornal do SBT. Karin Bravo falava direto da casa de Chespirito e a festa do aniversário dele rolando solta.
Ele pediu silênciooooooooou e anunciou. "O vencedor do concurso mora no Brasil, o país de vocês, na cidade de São Paulo e tem o código 24147172BARRILNUMEROOITO".
Eu já estava com as malas prontas e logo tocou a campainha da minha casa:
(dim don) - Quem é?
-EEEEEEEEEEEEEEEEEEEuuuuuuuuuuuuuuuu.
- O Chapolin Colorado
- Não contavam com minha astúciaaaaaaaaaa
- Está pronta para ir à Disneylândia Patrícia?
- Sim Vermelhinho
- Então vamos
Nos divertimos muito lá, vimos muitas coisas legais. Brincamos muito. É um sonho ir à Disneylândia ainda mais com o Chapolin Colorado.

Fim


OBS: Contos baseados no personagem Chapolin Colorado de Roberto Gomez Bolaños (Chespirito), dedicado à Chespirito, Edgar Vivar, Carlos Villagràn, Ruben Aguirre, à todo elenco de Chaves e Chapolin e à todos os Chavesmaníacos do Fã Clube Chespirito Brasil, especialmente à minha amiga Michelle (Velha Coroca), Gustavo Berriel e aos dubladores Tatá Guarnieri, Nelson Machado, Luiz Carlos de Moraes e Osmiro Campos
















quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Johnny English um agente com licença para fazer rir

Rowan Atkinson como Johnny English em cartaz oficial do filme

Ontem fui ao cinema assistir ao filme O Retorno de Johnny English, estrelado pelo ator britânico Rowan Atkinson, famoso pelo impagável Mister Bean.
Neste filme, mais cômico do que nunca, ele assume o papel de agente secreto acidental Johnny English, que não conhece o medo nem o perigo e nesta aventura, o mais improvável funcionário da inteligência do Serviço Secreto de Sua Majestade deverá deter um grupo de assassinos internacionais antes que eles eliminem um líder mundial e causem o caos global. Cenas de virar o fígado e se engasgar de tanto dar risada que além de divertir presta, na minha opinião a melhor homenagem cômica de todos os tempos ao agente secreto James Bond.
Elementos para homenagear Bond não faltam, desde trejeitos distorcidos até cenas que lembram os filmes mas feitas em tom de pastelão, lembrando ícones do humor como Leslie Nielsen, Trapalhões e Chaves. E as referências  não param por aí. Há uma  que não só é clara como também visível o tempo todo: No elenco, a atriz  Rosamund Pike, a Miranda Frost de 007 um novo dia para morrer como a "bond girl" Michelle. Enfim... Tudo, absolutamente tudo neste filme lembra James Bond.
Vou apenas contar uma das cenas do filme e explicarei o porque, mas não se preocupe se você ainda não viu o filme pois não é a cena final. Johnny English num teleférico brigando com o vilão. Para o fã de James Bond logo vem a lembrança da cena em que James Bond e Jaws lutam no Bondinho do Pão de Açúcar no Rio de Janeiro no filme 007 contra o Foguete da Morte.
Muitos anti - bond da imprensa e alguns bondmaníacos torcem o nariz para esta cena mas de certo darão muitas risadas quando a virem reproduzida no filme de Rowan Atkinson. Aliás, que Roger Moore me perdoe pelo que vou dizer mas a cena ficou melhor com o Johnny English, com toda certeza.
Resumindo ri tanto mais tanto que não sei onde foi parar meu fígado. Ah e eu fiz uma última homenagem à Bond sem querer. Qdo comprei meu ingresso no Cinemark do shopping Iguatemi tinha lugar marcado e eu escolhi a poltrona na fileira J número 7 como comprova a foto do ingresso, mesmo que sem muita nitidez.