My name is Patthy... Bondgirlpatthy

Bem - vindos ao meu cantinho virtual . A "casa" está sempre aberta à todos que queiram vir aqui ler e comentar meus posts. Este blog não tem compromisso jornalístico portanto não tem compromisso com a imparcialidade. Mas o meu compromisso com a democracia continua. Aqui toda opinião é importante e respeitada. Fiquem à vontade, a "casa" é de vocês. Voltem sempre q quiserem . Um beijo com muito carinho e obrigada.


segunda-feira, 25 de maio de 2015

50 Tons para devorar e querer mais

Capas da trilogia 50 Tons de Cinza
Conto nos dedos os livros que literalmente devoro. Sempre fui viciada em livros, adoro passear por livrarias, saber das novidades, sempre estar por dentro do que é moda no mundo literário como se a livraria fosse uma loja de roupas com suas coleções primavera verão outono inverno. Mesmo sem comprar tudo que vejo, gosto de ver de perto, manusear nem que seja apenas para ver a capa e a contra capa. E quando me interesso e posso, acabo levando um "mimo" prá casa. Quer me ver feliz é só me soltar numa livraria (risos). Simples assim.
Uma das modas literárias mais comentadas desse novo século é a literatura erótica para mulheres mas não aqueles romances de banca de jornal e sim estórias picantes recheadas de grande ousadia e sensualidade explícita, antes uma "exclusividade masculina" nas revistas e filmes para maiores. 
Não sei exatamente quem começou a alavancar essa moda mas acredito que, antes da escritora E. L. James (Erika Leonard James), ninguém tenha se aventurado neste ramo. E com o lançamento mundial de 50 Tons de Cinza, mulheres e alguns homens também descobriram esse novo seguimento.
Terminei, hoje, há alguns instantes, minha trilogia literária. Apesar de eu não ter acompanhado tudo quando virou moda nas prateleiras das livrarias, vi tudo acontecer à distância: a moda chegar, adormecer e voltar.
Quando do lançamento do filme com Dakota Johson e Jamie Dorman, a moda literária voltou com tudo, junto com a expectativa e os comentários e eu embarquei nessa pois fiz o caminho inverso. Primeiro vi o filme e no dia seguinte já estava com o primeiro livro em mãos.
Logo de cara percebi (e hoje tenho plena certeza) que o livro é muito melhor pois há coisas que funcionam muito mais para as mulheres quando são somente imaginadas.
Meu Deus! O que foi que aconteceu comigo? Li o primeiro livro em um mês e quando estava lendo eu "vivia" em um outro mundo. E criei expectativa para o segundo, queria "ver" os próximos acontecimentos e encontros entre Ana e Christian (peguei até um pouquinho de "intimidade" com os personagens, não só o casal mas com outros que os cercava).
Tracei minha leitura como se fosse uma investigação misturada ao ato de assistir uma novela em três grandes capítulos. E desfrutei de cada momento e cada nova "descoberta".
Em 50 Tons de Cinza, me fiz uma pergunta: Quem são Christian Grey e Anastácia Steele afinal?
Encontrei as respostas, um verdadeiro conto de cinderela onde a moça pobre encontra ao acaso seu príncipe encantado rico, bonito de doer (como ela mesma o define na narrativa da estória). Aí surge uma outra pergunta. Quais os mistérios de Christian Grey? Aí descobrimos o excêntrico, atormentado e controlador com cenas tórridas que assustam num primeiro momento mas que depois nos fazem querer cada vez mais.
No segundo livro, 50 Tons mais Escuros, a pergunta para a "investigação" é: Será que uma mulher é mesmo capaz de mudar um homem? A resposta que eu encontrei, para minha surpresa, foi sim e não.
Vemos aqui que Anastácia começa a dominar o gênio inquieto de Christian mas ao mesmo tempo tenta compreendê - lo e entrar no seu mundo cinza tentando ajudá - lo naquilo que ele até então desconhecia: o amor sem submissão de uma mulher. E também vemos que Anastácia descobre um mundo obscuro que coloca no mesmo patamar amor e violência, prazer e dor. É seu grande desafio que ela aceita corajosamente conseguindo grandes mudanças para seu relacionamento com Christian.
Já no terceiro e último, 50 Tons de Liberdade, a grande pergunta é: Qual é afinal o grande mistério que há nesta ligação entre eles e quais as cenas do próximo capítulo?
Bem, como noveleira que sou, considero este livro como o capítulo final de uma boa novela onde tudo já foi "amarrado" nos dois primeiros livros e que agora começam a fazer sentido e ser esclarecido, onde as estórias de todos os personagens é finalmente desvendada, deixando de ser 50 Tons de Cinza para ser "50 Tons de Todas as Cores". E um grande e inesperado desfecho "pós crédito". Uma grande estória que como já disse, funciona perfeitamente se for apenas imaginada e não vista. E que não dá para ser lida fora de ordem ou separada mas que, lida corretamente deixa saudades quando terminamos. Há quem não goste e tenha ficado decepcionada mas é uma questão de ponto de vista que respeito.

PS: Dedicado com carinho à autora E. L. James e às amigas com as quais conversei muito sobre 50 tons: Elaine, Renata, Vanessa, Nádia, Gabriela e Glisiele. Obrigada, meninas. Beijos.


domingo, 17 de maio de 2015

Uma manhã bondiana inesquecível

Arte: Site Bondcast Brasil

Nunca imaginei que um dia como hoje fosse acontecer na minha vida. E ainda parece que estou sonhando, mergulhada em sentimentos que não consigo explicar, só sentindo prá saber. 
Sou fã de cinema, especialmente de James Bond e essa verdadeira paixão em minha vida me trouxe coisas maravilhosas. Tantas emoções de me deixar sem respirar, o coração que, com o som de um tiro numa tela não para mas dispara, a ponto de eu ouvir meus próprios batimentos.
E me fez conhecer pessoas que nunca pensei existir que sentem o mesmo que eu. Que nos faz querer ficar horas conversando sobre um personagem apaixonante em todos os sentidos. 
Antes de conhecê - los não tinha com quem conversar sobre isso. 
Nesses anos que convivemos, 007 ficou sendo nosso elo de ligação e nasceu um sentimento mais forte: a amizade. Todo esse tempo passei a viver momentos especiais que renderam recordações maravilhosas. Como esquecer da viagem ao Rio de Janeiro percorrendo os mesmos caminhos das filmagens de 007 Contra o Foguete da Morte, a pré - estreia de Cassino Royale, a vinda de Jeremy Bulloch e a noite de autógrafo e bate papo com Jeffery Deaver? Sem contar o dia 17 de Dezembro de 2002 quando entrei oficialmente para a Comunidade 007 Brasil.












E quis o destino que num dia 17, no mês em que completo 40 anos, uma despretensiosa campanha feita modestamente por um podcast nas redes sociais proporcionasse um dos maiores momentos da Bond Mania brasileira. Uma exibição especial do primeiro filme de James Bond no cinema totalmente restaurado como merece um grande clássico.
Não tive dúvidas e fui encontrar meus amigos para juntos dividirmos esse momento único em nossas vidas. 
Ao nos encontarmos, o carinho e a alegria de sempre. Corações ansiosos pelo que iria acontecer. 
Desde a compra de ingressos até a ida para a sala de cinema que não poderia ter outro número senão o sete, cada acontecimento corriqueiro de um cinema tornou - se muito especial. E quem esteve lá, vivendo tudo isso, sabe o porquê. 
Começou  o filme, silêncio. Somente olhos atentos, perplexos, brilhando de euforia. Vez ou outra, comentários sussurrados quase que inaudíveis e vez por outra o som da respiração do amigo ao lado e da sua própria respiração numa sintonia tão harmoniosa quanto a trilha do filme composta pelo grande John Barry que, tocada no cinema em som límpido, é como uma carícia na alma. 
E esse quadro permanece por quase duas horas. 
Quando o filme acabou, êxtase, emoção à flor da pele. Eu em choque, sem pronunciar nenhuma palavra, um amigo num estado de felicidade extrema e outro com olhos marejados diante da realização de um sonho não apenas dele, mas de todos nós. Algo que só os primeiros Bond Maníacos sentiram quando 007 estreou no cinema. 
Só sei que esse dia ficará para sempre no coração, na mente e na alma. Tanto que voltei prá casa ouvindo John Barry no celular para sonhar um pouco mais com o que acabara de acontecer.
Foi uma manhã maravilhosa e inesquecível.  queridos Giu, Sérgio e Dantas, especialíssimo dividir com vocês cada momento.











domingo, 10 de maio de 2015

Mensagem sobre Mães para os adolescentes





    Hoje tenho 40 anos. Posso dizer que vivo uma vida feliz e em paz. E ao longo dessas 4 décadas passei por momentos felizes e também tristes.
    E, recentemente, passei pelo pior momento que um ser humano pode passar na vida: a perda da minha mãe.
    Também fui adolescente, aproveitei a época, me diverti bastante. Tive também aqueles "amigos" que diziam que certas coisas eram legais, que fumar e beber era divertido. Que seguir os conselhos  da mãe, pedir sua bênção antes de dormir, avisar em casa que vai chegar tarde, se permitir ser beijado (a) por ela em público, aceitar seus apelidos carinhosos e o fato de que para sua mãe você é o bebê dela era careta. Eu não acho, nunca achei. Curtia tudo isso, sem medida, sem receio do que os "amigos" e a mídia pudessem classificar como "maior mico".
    Vocês sabiam que a mãe pode ser sua melhor amiga? Aquela que divide com você seus anseios, suas dúvidas, tristezas, alegrias, segredos "de menina" (quando for o caso) mas com a vantagem de ter uma experiência de vida que a gente não tem antes de atingir uma idade mais madura.
    Sua mãe pode sim, ser sua aliada. Ou por acaso ela nunca escondeu pequenas travessuras do pai para não aborrecê - lo com pouca coisa? Com certeza sim.
    Eu também sei o quanto é chato prá caramba quando a mãe pega no pé. Cobra lição de casa, cobra cama arrumada, não nos permite ir para aquela balada top porque é muito longe e termina tarde, quer saber com quem você anda, te leva "arrastado" para compromissos de família ou celebração religiosa importante no mesmo dia que um amigo (a) te convida para passear no shoping, dar um rolê e paquerar os gatinhos (as), quer saber com quem você anda, se você está mesmo estudando na casa do amigo ou se fugiu para sair escondido.  Só que sei também que tudo isso é para nosso bem. Ela só quer nos proteger e, não importa a idade que temos, precisamos dessa proteção. Porque será que todo ser humano na sua maior hora de aflição e medo invoca aquela palavrinha pequena mas de imenso poder? Será que você nunca disse num desses momentos "Eu quero a minha mãe!" bem alto e isso trazia alívio e segurança? Pensem bem, pensem diferente pois sua mãe te deu Sua Vida e ninguém mais poderia fazer isso para você.
    Curta muito sua adolescência mas, de vez enquando, permita que sua mãe "participe" dessa etapa legal com você. Vai por mim. Vai ser ótimo. Diga à ela, agora, que a ama. Aproveita prá "tirar o atraso" das vezes que você não disse "mãe, eu te amo". E nunca mais deixe de dizer pois um dia, essas palavras não poderão ser mais ditas de viva voz.
     E aqueles que como eu já não podem mais ter a mãe ao lado, reflita como foi bom o tempo que passou com ela e no quanto perdeu quando não valorizou esses momentos.
    Depois do Criador, Sua Mãe é a pessoa mais importante do mundo. Feliz Dia das Mães à todos. Sua bênção mãe. Te amo, mesmo que não estejas mais aqui.