My name is Patthy... Bondgirlpatthy

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Ary Ary Ary Toledo: 50 anos fazendo o público rir antes mesmo da moda dos Stand Ups


 


Sábado  á noite fui dar gargalhadas como há muito tempo  não dava. Era o show do meu humorista favorito, Ary Toledo no teatro do Corinthians. Só eu sei o quanto estava precisando rir um pouco para  tentar me recuperar de recentes perdas de pessoas queridas   
Quando soube disso não pensei duas vezes e comprei dois ingressos: Um para minha tia e outro para mim. Neste show, como sempre, Ary Toledo estava hilário.  
Com razão, porque comemorar 50 anos de uma carreira de sucesso não é para qualquer pessoa.  
Estava ansiosa, afinal  a última vez que vi um show dele ao vivo no teatro Imprensa do Silvio Santos foi em 3 de julho de 1993 já faz 22 anos  desde então.   








A expectativa de vê - lo novamente e ouvir "novas velhas piadas" tomava conta de mim. 
Saí de casa levando comigo um livro que Ary lançou naquela época para pegar autógrafo e minha câmera para, quem sabe conseguir uma foto com ele .  
Entrando no teatro (como vocês podem notar na foto acima) sentei - me cara a cara com Ary Toledo. Como diz aquele famoso comercial de cartão de crédito: "Isso não tem preço".  






Pontualmente no horário marcado ele entrou. Com alegria saudou o público e em seguida disparou seu repertório de piadas durante 1h e 10 min de muitas gargalhadas, minhas e de toda a plateia. Isso me fez lembrar de um comentário que recebi no meu Facebook com o qual concordo plenamente: que às vezes a piada pode ser uma porcaria mas se ele contar fica muito engraçada.  
Até a despedida é uma grande piada que Ary faz com o público e para o público mas não direi aqui para não perder a graça.  
Depois do show, Ary Toledo sempre dedica alguns minutos para receber o carinho do público de modo bem individual e também vender seus mais recentes lançamentos com dedicatórias especiais para quem comprar. Eu não comprei nada, estava com pouco dinheiro mas mesmo assim ele não me tratou diferente dos demais a não ser por um detalhe: Todos compravam CDs novos e o livro "Os Testículos de Ary Toledo", emblematicamente engraçado de duplo sentido como tudo que ele faz, enquanto eu levei meu velho livrinho As Melhores Piadas de Ary Toledo. Fazia tanto tempo que ele não via o velho livro que até chamou sua amiga Fátima para compartilhar a novidade. E eu ainda tirei várias fotos com o Ary. Como diz um querido amigo meu: "Que momento!"  
Ary Toledo continua tão simpático quanto eu me lembrava. 





















 





 

Sou fã do Ary Toledo desde que conheci um disco de vinil dele compacto com duas piadas: do lado "A" Pau de Arara e do lado "B" a história de Tiradentes contada de um jeito divertido e contestador (o disco pode ser encontrado em sebos ainda segundo ele próprio me contou). Também não ia dormir enquanto não terminava o concurso de piadas do Show de Calouros do Silvio Santos nos anos 80. Além disso, na mesma época, para "desespero" da minha mãe telefonava para o Disque 200 e o Tele 900 para ouvir piadas do Ary todos os dias enquanto minha avó saía para fazer compras no açougue. Ao mesmo tempo em que sonhava com o dia que tivesse 18 anos para poder ir ao teatro assistir a um show dele.  

Ary, esse texto é minha homenagem à você pelos seus 50 anos de carreira. Muito sucesso pois você merece.  Parabéns e que venham mais e mais piadas por muito tempo ainda. Um grande beijo!  








domingo, 18 de janeiro de 2015

NFL diversão e emoção do início ao fim

Quando comecei a acompanhar os jogos de futebol americano em 2012 influenciada por amigos e porque não dizer, por um show da Madonna no intervalo Superbowl de 2012, achava que esse tipo de esporte e de jogo só foi criado para ser parte de filmes ou seriados americanos mas não existia de verdade. Engano meu. Acontece que no Brasil, mesmo na era da internet, que aproxima o mundo num clique. e através desse pequeno gesto, sem sair de casa, você passa a conhecer culturas e lugares diferentes e até mesmo esportes muito diferentes daqueles que conhecemos o futebol americano não é popular.  Estava zapeando a TV quando no canal Esporte Interativo (canal 36 UHF São Paulo) estava passando um pocket show da Madonna. Assisti todo. A animação dela e do público me contagiaram já que sou fã da cantora. Assisti até o fim e não consegui mais mudar de canal.
Madonna e seus bailarinos saíram ovacionados ao fim do show e no lugar deles, dois times com uniformes diferentes disputavam o maior jogo do ano, a final do Futebol Americano. New York Giants x New England Patriots. Regra confusa, emoções a mil e muitos tweets entre dois amigos e eu. Eles, do alto de seus conhecimentos e eu uma fã da Madonna num "mundo" que acabara de descobrir que existia. Embora cada um de nós estivesse na sua casa, nos divertíamos juntos unidos  pela tecnologia.
Não entendia nada mas me divertia. A narração carregada em palavras em inglês que davam nomes a lances e jogadas com uma empolgação como final de Copa do Mundo. O jeito alegre do brasileiro encarar o esporte, o torcer aliado a um esporte diferente.
Um grupo de narradores e comentaristas que parecem ser como os outros mas tinham sei lá o que de diferente.
O jogo foi tão empolgante que vi até o fim e o placar final foi a vitória do Giants por 21 a 17
Gostei tanto que no ano seguinte comecei a acompanhar os jogos mais por diversão mesmo do que por outra coisa. Ainda confusa com as regras mas já entendendo um pouco as emoções que os torcedores desse esporte sentem, assisto as transmissões só para ver e ouvir meus narradores e comentaristas prediletos. A maioria não acompanho até o fim pois começa e termina muito tarde.
Apesar do tempo que assisto o futebol americano e até já me acostumar com algumas expressões e regras e também não ter preferência por nenhum time (embora as cores do New England Patriots sejam para mim a combinação ideal que lembra a bandeira dos Estados Unidos que acho linda) ainda não entendo das regras o suficiente para conversar com alguém. Mesmo tendo os amigos que me influenciaram, ainda não tivemos oportunidade de conversar sobre futebol americano. Mas isso não impede que eu me é divirta. Tanto faz o resultado. Quero apenas ver os jogos .
Como sempre acompanhei os jogos no Esporte Interativo, acabei gostando de toda a equipe. E como todo fã de uma equipe esportiva, eu também tenho minha dupla preferida: Octavio Neto e Raphael (Raphão) Martins . A transmissão deles é tão boa quanto uma narração de um gol do Corinthians pelo saudoso Luciano do Valle. E diferentemente de outras equipes de TV que só lê mensagens de um grupinho formado pelas mesmas pessoas, a equipe do Esporte Interativo lê não só essas mensagens como também a de pessoas que estão assistindo pela primeira vez. Brincam, tiram dúvidas, interagem de verdade e ainda respondem no ar (ou em particular ) ao carinho do público.
Daqui a pouco começarão os jogos que decidirão as vagas para o Superbowl  deste ano. O primeiro jogo é entre Green Bay Packers x Seatle Seahawks às 19:00h e o segundo entre Indianápolis Colts x New England Patriots às 21:00h.
Já estou ansiosa para ver ao menos um dos jogos e ainda mais ansiosa pelo Superbowl que será em 1º de Fevereiro. E depois dessa data só em Agosto.
E sinto falta quando não tem jogo.
É uma diversão diferente e emoções que contagiam todo mundo, mesmo quem quer apenas assistir sem escolher um lado. Adoro!


Dedicado à equipe do Esorte Interativo: André Henning, Luís Felipe Freitas, Octávio Neto, Raphael Martins e Marcelo Ferrantini e aos meus amigos que são fãs de Futebol Americano.