My name is Patthy... Bondgirlpatthy

Bem - vindos ao meu cantinho virtual . A "casa" está sempre aberta à todos que queiram vir aqui ler e comentar meus posts. Este blog não tem compromisso jornalístico portanto não tem compromisso com a imparcialidade. Mas o meu compromisso com a democracia continua. Aqui toda opinião é importante e respeitada. Fiquem à vontade, a "casa" é de vocês. Voltem sempre q quiserem . Um beijo com muito carinho e obrigada.


terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Parabéns prá você

Ontem não escrevi mas creio que nunca é tarde para homenagear a cidade em que nasci e que vivo até hoje, minha casa que tanto amo, a cidade de São Paulo.
Eu nasci há 34 anos atrás, filha e neta de nordestinos que como tantos deixaram a Bahia e fizeram de São Paulo sua esprança de uma vida melhor.
São Paulo não é o lugar mais perfeito desse mundo, aliás esse "lugar perfeito" não existe na Terra. Mas a cidade em que vivo, mesmo enfrentando enchentes, violência, crimes aos montes sendo palco de grandes tragédias noticiadas em plena tarde por emissoras de TV, ainda assim tem seu lado calmo e romântico. É aqui que estão os restaurantes que todos gostam, que acontecem as festas mais badaladas, que tem os melhores espetáculos e as baladas que estão na moda. É aqui que o coração financeiro do país pulsa pela mais paulista de todas as avenidas, é aqui que o grito das maiores torcidas do país ecoa forte quando se juntam e também quando se isolam. Foi aqui que o grito de liberdade por eleições diretas começou a alertar o país. É na esquina da Ipiranga com a São João que os acordes musicais de tantas tribos insiste em jamais calar o nosso canto. Se não temos a beleza das praias temos os arranha - céus que impressionam pela arquitetura e pela população que circula por eles. Temos os talentos anônimos mostrando sua arte nas ruas e temos a fé difundida ecumênicamente rumo à direção de DEUS. Também temos a alegria do povo "diferente" que sai em busca de sua "igualdade" lutando pelo que quer com alegria e não com armas de fogo. Acima disso temos uma grande porção de "paulistas adotivos"que chegam e são acolhidos com seus costumes fazendo - nos esquecer dos nossos próprios. Porém é uma forma de agradecermos porque foram essas pessoas que construiram nossa cidade para nós. Honestamente, se a imperosa necessidade me disesse que eu teria de deixar São Paulo, o que se há de fazer mas eu sei que jamais seria feliz por completo porque não estaria na MINHA CASA por melhor acolhida que eu tivesse faltaria estar aqui. Parabéns São Paulo e obrigada por existir e ser parte de mim.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Muitas emoções bicho he he he (no futebol)

Hoje o Parque São Jorge amanheceu com muitas "Emoções". Sim Corinthianos, ele chegou finalmente. Roberto Carlos, desde o meio dia está no Corinthians, entre nós.
Não, mas não é o "Rei" que canta não. É o lateral direito que já cobriu de glórias tantas equipes por esse mundo afora e também a seleção brasileira. E ele veio para o Corinthians atuar ao lado de valorosos atletas e também ao lado do amigo de longa data, Ronaldo o Fenômeno, o R9. E justamente num ano especialícimo onde se comemora em 1º de setembro deste ano o seu Centenário e também ano em que disputaremos mais uma vez a Libertadores, aquele torneio que ainda não temos (e daí? poderemos tê - lo um dia só para calar a boca de gente chata e repetitiva q até hoje não se conforma que o Timão é grande mesmo sem essa taça e que hoje é falado em tantos idiomas). Doam - se de inveja chatos, ninguém está falando de vocês há há há.
Roberto Carlos chegou para nossa alegria em plena primeira segunda - feira de 2010, num dia lindo e ensolarado e experimentou, pela primeira vez a seu favor, o calor humano da Nação Corinthiana. Ele próprio declarou isso em entrevista coletiva realizada após sua apresentação. Aliás imprensa era o que tinha, de todos os tipos de mídia além da imensa massa alvinegra que coloriu o Parque São Jorge e a querida Fazendinha novamente em preto e branco (e um pouquinho de roxo também, lembrança de um ressurgimento glorioso). Eu também estava lá, vestida como os Campeões de 1954 usando uma réplica de uma camisa que representou uma era de ouro muito gloriosa.   Levei meu boas - vindas e meu carinho e vibrei muito junto com o "bando de loucos" para  fazer com que Roberto Carlos se sinta como em sua casa. Bem - vindo e espero de você essa alegria e vibração que teve hoje sendo renovada a cada vez que entrar em campo vestindo esse glorioso manto centenário.












domingo, 3 de janeiro de 2010

Lula o filho do Brasil, uma história de perseverança e coragem

Sei que muitas pessoas serão contrárias ao que eu vou dizer neste post, inclusive amigos meus muito queridos e também parentes por não gostarem de atitudes tomadas no governo ou mesmo do ser humano Luíz Inácio Lula da Silva.
Pessoalmente, eu também tenho lá minhas restrições à ele embora confesse também que tinha, quando criança e mesmo depois de adulta simpatia pelo presidente da república. Alguns críticos dizem que ele "chegou lá" despreparado e semi - analfabeto e que já no poder só quer saber de festa e de "aerolula" sem se preocupar com a crise mundial. É óbvio que como ser humano, Lula teve seus erros e acertos também como qualquer outro político com diploma superior.
Vejam, não o estou defendendo mas, ao assistir ao filme Lula o filho do Brasil hoje com minha família, conheci não o político perfeito nem tampouco o cara despreparado que tantos acusam ele de ser mas sim o perseverante, o "teimoso" que nunca desistiu de seus ideais e nem se acomodou com os obstáculos e as dificuldades que a vida impôs à ele. Pelo contrário, teimou, lutou para defender seus ideais. Podemos falar o que quiserem, que o odeiam, que não o suportam, etc. Podem o acusar de qualquer coisa. Só não podem acusá - lo de ser covarde por que isso com certeza ele nunca foi. E não vejo esse filme como a história de um presidente amado e ao mesmo tempo odiado por muitos mas a história de qualquer um, qualquer um mesmo que persevera e enfrenta à tudo com coragem.


Foto do cartaz: flick oficial do filme Lula o Filho do Brasil