My name is Patthy... Bondgirlpatthy

Bem - vindos ao meu cantinho virtual . A "casa" está sempre aberta à todos que queiram vir aqui ler e comentar meus posts. Este blog não tem compromisso jornalístico portanto não tem compromisso com a imparcialidade. Mas o meu compromisso com a democracia continua. Aqui toda opinião é importante e respeitada. Fiquem à vontade, a "casa" é de vocês. Voltem sempre q quiserem . Um beijo com muito carinho e obrigada.


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Agora tenho todos os livros de Ian Fleming


Minha coleção da obra completa de Ian Fleming
Jamais poderia imaginar que naquele 17 de dezembro de 2002 quando soube da existência dos livros escritos por Ian Fleming, mais específicamente os livros que contam as aventuras de James Bond, o agente secreto 007, algum dia eu teria a obra completa de um escritor ao alcance de minhas mãos. Valeu a pena pois no último dia 9 de janeiro finalmente chegou o último livro que faltava "Cidades Fascinantes" onde Fleming relata 13 viagens que ele fez ao redor do mundo. Ainda estou no começo da leitura e este já se tornou um dos meus livros favoritos. Lê - lo é como viajar de verdade na compania de uma pessoa agradabilíssima e cidadã do mundo.
Para completar a coleção foram 17 anos de buscas às cegas esperando que alguém fosse à Inglaterra e me trouxesse um livro mesmo em inglês que eu quisesse encomendar e pagar. Familiares até chegaram a ir mas não me avisaram e por isso não tive a oportunidade de encomendar.
Hoje em dia, a internet é uma excelente ferramenta de buscas. E neste caso facilitou a minha vida. Depois que assisti ao programa Neurônio MTV especial James Bond e soube dos livros de Ian Fleming traduzidos no Brasil, fui me orientar, comecei a frequentar sebos e acessar o Mercado Livre para comprar minha própria coleção. Devagar, de um em um, por vezes dois, comprei sete livros usados e os outros sete em livraria pois foram relançados pela L&PM Pocket e Editora Record. O primeiro deles foi 007 Os Diamantes são Eternos em formato pocket mas depois desfiz porque ganhei num sorteio durante um encontro da Comunidade 007 Brasil um exemplar antigo do mesmo livro. Preferi o antigo. 
 

O jornalista e escritor Ian Fleming Foto: site James Bond Brasil

 
Depois comprei um novo exemplar de "O Carro Mágico" (Chitty Chitthy Bang Bang) que demorei 26 anos para encontrar, também completei a coleção de estórias de 007 com A Morte no Japão e 007 contra o Homem do Revólver de ouro. Fiquei muito feliz na época. E até completar essa coletânea ainda "esbarrei" em outro livro dele que não tinha nada a ver com o espião britânico. "Contrabandistas de Diamantes" num acordo com o vendedor do Mercado Livre que não tinha um outro ítem que eu havia comprado, justamente o livro 007 contra o Homem do Revólver de Ouro".
Da mesma maneira que fiquei quando comprei a Ultimate Edition dos filmes de 007, novamente me sinto como uma criancinha que acabou de ganhar dos pais o brinquedo mais legal do mundo. Estou com cara de boba, parece que estou sonhando!
Sei que sou uma das poucas pessoas que não recebeu a coleção de livros de James Bond das mãos de parentes mais velhos, especialmente dos pais. Tive de correr atrás e comprar cada um deles. E hoje posso dizer com orgulho que depois de 28 anos consegui muito mais do que queria. Ao invés de apenas um livro em inglês só para guardar de recordação, tenho todos os livros que Ian Fleming escreveu para que eu leia e admire esta coleção para sempre!
 
 
OBS: Dedico esse texto à memória de Ian Fleming, ao apresentador Cazé Peçanha, à MTV e especialmente aos amigos Marcus Vinícius, Fábio Carmona e Cláudio Rodrigues (sem vocês jamais conseguiria ter acesso a esses livros).

 
 
 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Uma São Paulo vista com outro olhar

Hoje São Paulo completa 459 anos de fundação. Nasci e fui criada aqui e definitivamente não me vejo nascida em outro lugar. O futuro é incerto para todos e jamais saberemos se vamos permanecer a vida toda na nossa cidade natal. Pelo menos é isso que quero: morrer na mesma cidade que me viu nascer.

Material explicativo distribuído no passeio
Aqui há muitas coisas que amo: a intensa vida cultural com eventos como a Bienal do Livro que considero a Disney dos viciados em livros já que as livrarias são os parques de diversão. Cinemas, museus, shopings, meu time e também os parques e áreas verdes (poucas mas existem), a deliciosa vida gastronômica da cidade para todos os paladares. E claro, minha casa, minha família, a maioria dos amigos. Pessoas que amo moram aqui.
Na correria do dia a dia, trânsito caótico, compromissos, estudo, trabalho, o paulistano nunca tem a oportunidade de parar um pouco e adimirar sua cidade, sua casa, seu berço. Não dá para conhecer detalhes tão fascinantes, embora tão familiares.
Acordei cedo e fiz um passeio promovido pela Prefeitura, um passeio de trólebus (os famosos ônibus elétricos) pelo velho centro, partindo do Pateo do Collégio onde São Paulo foi fundada pelo padre jesuíta José de Anchieta.


Sede da Prefeitura de São Paulo
 
E como disse no título do post, vi  minha cidade com outro olhar. Cada detalhe contado pela simpaticíssima guia Andréia era como redescobrir um lugar conhecido. Tantos detalhes que nem cabem aqui.
Vou dividir apenas uma curiosidade com vocês: O primeiro trânsito caótico registrado por aqui teve 300 carros apenas na ocasião da inauguração do Theatro Municipal em 1911.

Theatro Municipal
Lugares como Galeria do Rock, o cruzamento das Avenidas Ipiranga x São João, Viaduto do Chá, Theatro Municipal, Edifício Copon, Edifício Itália mostram um pouco da diversidade de quem vive em São Paulo seja porque nasceu ou porque adotou a cidade como sua casa. Tudo e todos passam por aqui.

Biblioteca Mário de Andrade
Galeria do Rock


 
E mesmo com tantos problemas que existem numa cidade em que a grandeza as vezes assusta mas impressiona e faz com que nos apaixonemos mais por essa paisagem tão cinzenta e tão colorida ao mesmo tempo, ainda quero comemorar e passear muito por aqui pois sou grata e tenho muito orgulho de ser paulistana. E não saberia ser outra coisa. Meu! viver aqui é muito legal.



Cruzamento das Avenidas Ipiranga x São João
 




 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A Joia da Condessa um conto de Espiões e Vampiros

São Paulo - Século XIX

A Condessa Joana Le Reis era muito famosa não só pela sua riqueza e beleza, mas também por uma joia rara que adornava seu colo: Um pingente arredondado com uma pérola negra. Este pingente era cobiçado por todos, pois dizia a lenda que a joia da condessa era um tesouro sagrado para os vampiros. Condessa Joana era a vampira guardiã desta joia e viveu durante séculos como mortal no mundo dos humanos para proteger seu poder e seu reino.





São Paulo - Dias Atuais 2013

Um grande museu paulistano exibia peças raras do século XIX. O público lotava a exposição todo dia, era um sucesso. Peças de encher os olhos.
Certa noite, no museu completamente vazio, o alarme soa. Uma das peças fora roubada, o pingente da Condessa Joana Le Reis e nada mais. O roubo foi amplamente noticiado na mídia.
A agente brasileira Karlla que trabalhava no MI- 6 e estava de férias no Brasil foi chamada para resolver o caso.
Tomando conhecimento da lenda que envolvia o tesouro, a agente começou a investigar o roubo. Chamou seu colega Guto que entendia muito de vampiros e era fascinado pela lenda da joia da Condessa Le Reis. Talvez essas informações pudessem ajudar.
Karlla e Guto viraram várias noites e vários dias interrogando visitantes da exposição dos vampiros. E quando parecia que não havia pistas, um pequeno detalhe que todos os visitantes relatavam poderia ser a chave do mistério.
Entre os interrogados havia um rapaz muito elegante e charmoso que ninguém sabia o porquê ia visitar essa exposição todos os dias mesmo pagando o caríssimo ingresso de R$ 200,00. Nem os funcionários do museu sabiam por que o rapaz tão elegante sempre chega ao museu, paga sua entrada e fica olhando para uma única peça sem desviar o olhar. Estranhamente foi descoberto que no dia do roubo da joia ele não foi ao museu.
Aparentemente: O circuito de segurança captou a figura de um homem alto, moreno dos olhos azuis na noite e horário do roubo.
Quando Guto se deparou com a imagem do tal rapaz, foi verificar em seus registros de pesquisa sobre Joana Le Reis que mantinha em seu computador e mostrou à Karlla que comparou as imagens e notou que as fotos da pesquisa de Guto eram as mesmas imagens da câmera de segurança.
Teve a certeza do resultado das investigações, após colocarem as palavras
“Condessa Joana Le Reis” no site de buscas ali estava todo o mistério. O tal rapaz elegante era o Conde Eder Le Reis, marido de Joana.
Joana fora morta com uma estaca de roseira selvagem. Seus inimigos a mataram para apoderar – se de seu pingente e do reino dos vampiros.
Desde então Conde Eder viaja pelo mundo através dos tempos apenas para admirar a joia de sua falecida esposa. E decidiu num desses dias roubar a joia para si e assim, de certa forma, sempre estar perto de sua amada Joana.


PS: Este conto é dedicado ao queridos amigos Adriano Siqueira, o Lord Dri e Eder Pontes, que serviu de inspiração para um personagem deste conto  e também aos fãs de 007 embora ele não esteja presente.