My name is Patthy... Bondgirlpatthy

Bem - vindos ao meu cantinho virtual . A "casa" está sempre aberta à todos que queiram vir aqui ler e comentar meus posts. Este blog não tem compromisso jornalístico portanto não tem compromisso com a imparcialidade. Mas o meu compromisso com a democracia continua. Aqui toda opinião é importante e respeitada. Fiquem à vontade, a "casa" é de vocês. Voltem sempre q quiserem . Um beijo com muito carinho e obrigada.


segunda-feira, 26 de abril de 2010

Aí vem o Chaves, Chaves, Chaves

Sábado foi um dia muito especial para mim. Um dia que com infinita paciência e sem muita esperança aguardei que chegasse. Em 1984 começou no SBT o seriado mexicano Chaves. E era bem naquele horário chatérrimo onde as crianças que como eu estudava das 7 às 11 da manhã e que por isso não assistíamos quase programação infantil e começavam os telejornais vespertinos em quase todos os canais. Eu chegava em casa trazida por minha avó e após guardar meu material e tirar o uniforme, me sentava em frente à TV para rir com o Chaves. Minha avó não gosta desse programa até hoje. E também teve uma época que eu levei castigo de uma semana sem Chaves. Cumpri 2 dias, no 3º dia eu coloquei a tomada na tv, liguei e deixava mudo para minha avó não ouvir e contar para minha mãe. E como esta várias histórias de Chaves se cruzaram com minha vida, minha infância. E daí em diante comecei a sonhar com o dia em que conheceria alguém do seriado. Meu preferido sempre foi o Quico.
Não tem nada melhor do que dar boas e sonoras gargalhadas na hora do almoço. Parece que a comida desce melhor com gosto de comida gostosa. Jornal, na banca tem, telejornal tem na TV à noite quando os adultos chegam do trabalho. É só escolher aquele de sua preferência. Hoje em dia também tem internet que transmite os vídeos dos telejornais na íntegra assim que você acessa.  Não quero saber na hora em que estou almoçando do que fez o presidente fulano de país tal nem cotação de dólar e muito menos os muitos acidentes de trânsito, assaltos, etc.
Estou há poucos dias de completar 35 anos mas me sinto muito jovem porque escolhi o lado engraçado da hora do almoço. Porém sem sair do mundo real porque no Chaves há elementos da vida real como o menino rico que leva vantagem, o desempregado que não tem dinheiro para o aluguel, o menino que não tem pai, mãe e nem sequer um prato de comida,. Um seriado para rir e refletir, porque não?
No evento voltei a ser criança. Aquela menininha de camisa branca com o brasão da prefeitura paulista no bolso, saia plissada azul marinho, meias impecávelmente brancas, cabelo amarrado com fitas no estilo maria chiquinha e sapatinhos de verniz preto brilhantes saiu de dentro da minha alma. Chorei na parede do Quico, fui na casa da Pati, pulei a amarelinha da Chiquinha, fui na casa do Quico, tirei fotos com o Chaves, o Seu Madruga e o Professor Girafales. Não dá para explicar com palavras o que senti. Deixarei que as imagens falem por mim. No palco me emocionei ainda mais quando dubladores revelaram seus rostos ainda desconhecidos mas de vozes bem familiares. Risadas e lágrimas torrenciais foram a tradução do que senti.
E finalmente, depois de uma longa espera de tantos anos pude conhecer dois dos artistas que sempre me alegraram. Quico e Senhor Barriga ali próximos brincando, cantando, divertindo a todos. Consegui até tocar neles!!! Inexplicável, sem palavras. à eles quero apenas dizer Gracias por las horas de felicidad. Conocerlos fue una alegria muy grande!

























   


Obs: Esse texto mostra apenas o q senti nesse dia, o resto do ocorrido, cabe à imprensa noticiar. Obrigada

terça-feira, 6 de abril de 2010

Dia do fã, um dia dedicado ao sonho e fantasia

É muito comum vermos nas ruas pessoas com camisas dos mais variados times de futebol indo trabalhar, estudar (quando isto é permitido pela empresa ou escola), andando pelas ruas nas mais variadas direções. Não estranhamos, afinal são torcedores comemorando uma vitória ou aguardando o início da partida do seu time do coração. É uma maneira de "apoiar", de "estar junto" como se cada um também pudesse entrar em campo.
Mas e se de repente você sai na rua e vê alguém vestido como um agente secreto, um capitão que veio do espaço, um cartoon ou anime ou mesmo alguém que carrega na sua bolsa um sabre de luz? Logo vem o estranhamento pois tudo foge do cotidiano. Certamente, essas pessoas seriam apontadas como loucas quando na verdade elas agem exatamente como o torcedor de um time de futebol, só que ao invés de times são seriados e filmes.

É claro que as roupas dos personagens são fora do padrão para um passeio ou dia de trabalho e que nem podemos nos arriscar em sermos "personagens" dentro do mundo real. Eu acho estranho a reação da mídia e "psicólogos" que acham que uma roupa faz com que esqueçaos quem somos e passamos a ser outro. Tornando - nos bitolados com assunto tal de filme x ou seriado y. Só que eles não param para verem como cultura os eventos onde por minutos podemos "ser quem quisermos" livres, sem culpa alguma, sem loucura. A mídia e os "psicólogos" acham normal as brigas nos estádios e nas ruas mas não aceitam que os vampiros do Crepúsculo possam conversar com Harry Potter através de fãs fantasiados.
Quero saber qual desses grandes gênios nunca teve na infância uma roupa de super herói, mesmo que improvisada? Mente quem diz que nunca pensou em ser Batman, Superman ou Mulher Maravilha.

E é disso justamente que se trata o Dia do Fã. De homenagear nossos heróis, fazer amigos, brincar com a igenuidade de uma criança mas com perfeição e requinte do adulto. Incentivar a leitura, a ida ao cinema, a cultura.

A versão 2010 do dia do fã foi realizada no dia 28 de março na Estação Ciência em São Paulo. Este evento foi organizado mais uma vez pela revista Sci - Fi News e pelo portal Aumanack e reuniu fãs de sagas de cinema e universos de seriados, sejam clássicos mundialmente famosos ou a "moda" do momento que pode ou não ser daqui há alguns anos um clássico. O evento é recheado de palestras, filmes, interatividade, sorteios de brindes e ao final sempre um lindo e variado desfile de fantasias e coldsplays. Todos os anos eu participo defendendo o universo de James Bond. Este ano, minha personagem foi a bondgirl Tifany Case de um dos filmes estrelados por Sean Connery. Fiquei em 8º lugar no desfile de fantasias e provei que 007 ainda é lembrado e querido nos dias de hoje mesmo após 49 anos encantando gerações nos cinemas em todo o mundo. Seguem fotos do evento. I will return!







segunda-feira, 5 de abril de 2010

"Comi Barriga"

Leitores, há um tempo atrás eu estava muito feliz com as coisas que aconteceram a natação do Corinthians que já publiquei logo de cara aquilo que li. Aliás não só eu mas todo o departamento de esportes aquáticos do Corinthians alardeava "gritos" de "Ahá uhu, o César Cielo é nosso".
A contratação do campeão mundial e medalhista olímpico estava num vai e vem de negociações que surgiram a todo instante e o acerto final não ia tardar, já que tudo dependia de investimentos semelhantes à aqueles que foram feitos quando o Timão contratou Ronaldo Fenômeno.
No último dia 31 de março, a imprensa pegou à todos de surpresa quando anunciou a "bomba": César Cielo acertou com o Flamengo do Rio de Janeiro. Para mim foi um golpe certeiro, fui surpreendida de tal forma que fiquei sem ação e até demorei a postar sobre isso aqui no blog porque nem sabia por onde começar. Sábado, assistindo a TV Gazeta, durante uma transmissão de um jogo do campeonato inglês, eu ouvi a notícia do Cielo novamente e tive a confirmação do fato. Ainda não sei bem o que dizer. Na entrevista do nadador, além da parte financeira, ele afirmou que trocou o PQ São Jorge pela Gávea porque "confiava mais" nos cariocas do que nos paulistas e também pesou o fato da presidente Patrícia Amorim do Flamengo ser ex - nadadora na década de 80, medalhista, recordista e sempre ter nadado pelo clube que preside. Cielo achou que era mais seguro um presidente que realmente sabe como é ser nadador no Brasil no que toca a respeito da parte comercial da coisa. Ele achou que o Flamengo tinha um projeto olímpico "prá valer" visando 2016 e no Timão a coisa era mais ganhar usando a imagem dele como garoto - propaganda. O fato é que eu, além de triste, "comi barriga", traduzindo, dei uma notícia que não foi confirmada. E assim como eu, toda a imprensa profisional também "comeu a tal barriga". Resta lamentar e esperar que um dia, Cesar Cielo dê a alegria de nadar pelo Corinthians. Não foi dessa vez, pena.