My name is Patthy... Bondgirlpatthy

Bem - vindos ao meu cantinho virtual . A "casa" está sempre aberta à todos que queiram vir aqui ler e comentar meus posts. Este blog não tem compromisso jornalístico portanto não tem compromisso com a imparcialidade. Mas o meu compromisso com a democracia continua. Aqui toda opinião é importante e respeitada. Fiquem à vontade, a "casa" é de vocês. Voltem sempre q quiserem . Um beijo com muito carinho e obrigada.


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Meu nome é Bond... James Bond - Capítulo 1 - Cassino Royale (1953)


Desde os 6 anos sou fã do James Bond como todos sabem e desde 2003 tive acesso aos livros de Ian Fleming (criador do personagem) através de outros fãs. Comprei os livros um a um e li cada um deles bem depois de ver os filmes. O personagem dos livros era um mistério para mim. Conforme eu ia comprando, eu ia lendo. E como se tratam de livros muito antigos e às vezes difíceis de conseguir, fui lendo tudo fora de ordem. 
E várias vezes, reli sem me importar com nada, até agora. 
Eu não conseguia entender como o universo criado por Ian Fleming era totalmente conectado de um jeito que fazia sentido. 
Recentemente, numa conversa sobre isso num grupo de whats app, fui aconselhada por duas pessoas a tentar ler na ordem e assim, conhecer mais profundamente o 007 dos livros e também o dos filmes cuja ordem cronológica e a conexão das estórias tem outro sentido por ser diferente. 
Minha experiência consiste em ler um livro e depois ver o filme correspondente. Mas não quero ficar fazendo comparação do que é melhor. Quero apenas destacar algumas coisas e descrever uma experiência pessoal, nada mais. 
O primeiro livro, Cassino Royale é de 1953, traz o desconhecido porém fascinante mundo da espionagem misturando um pouco de realidade à ficção já que Ian Fleming foi um espião durante a Guerra. Traz muito da vivência do autor e de suas fantasias quando ele começa a moldar o personagem James Bond. 
Cassino Royale tem uma leitura leve no começo porém fascina pela descoberta. Já o filme começa com uma adrenalina sem precedentes, um ritmo acelerado e uma espécie de desconstrução para tentar voltar às origens para contar ao público de Bond quem é ele e porque ele surgiu. 
Nos filmes já temos há muitos anos uma outra imagem, do cara de ação com explosões e efeitos inimagináveis mas também a fina arte da espionagem com uso de tecnologia de ponta. E em Cassino Royale, essa reconstrução em busca da essência foi trazida com toda força. 
Destaco duas cenas que me chamam muita atenção: a primeira é o jogo de cartas. No livro, joga - se o bacarat e cada jogada é descrita com muito detalhe. Cada jogada torna - se interessante e deliciosa porém no filme, o jogo muda para dar uma atualizada. Joga - se poker do Texas. A cena é linda, iluminação perfeita mas arrasta - se por muito tempo. 
E mesmo se arrastando não é tão cansativa porque ela vai dando o tom de toda primeira parte do filme e de toda a investigação. 
A segunda cena em destaque é quando 007 é torturado pelo vilão que dá chicotadas em suas partes baixas. Tanto no livro quanto no filme é extremamente doloroso pois você se coloca no lugar do personagem. Você é capaz de "sentir" cada golpe mesmo que não seja homem, E é um alívio quando a cena termina. 
Uma outra coisa que nunca compreendi até hoje foi ver Bond enfartar num filme. Agora que li o livro, compreendo melhor porque existe uma cena semelhante onde ele está muito ferido e fica no hospital. Agora a cena do enfarte que eu tanto condenava faz sentido como 2 + 2 = 4. Fleming não dá ponto sem nó. Estou começando a entender isso agora. 
E o romance com Vesper também é quase que retratado fielmente, assim como o convívio com Renée Mathis, são coisas extremamente vitais e tem o tratamento que merece. 
Só não concordo muito com o excesso do uso do celular com SMS. Foi interessante usar mas acho que se perdeu um pouco do charme da época que Fleming idealizou mas, por outro lado, mostra que desde sempre a espionagem busca por recursos cada vez mais modernos. E com certeza, na época do Fleming, muita coisa que hoje é normal já estava a serviço dos exércitos no mundo inteiro. 
Em geral, é uma experiência que eu estou gostando muito e que pretendo levar até o fim se Deus permitir. 

Eu retornarei em 007 Viva e Deixe Morrer. 
Um Feliz 2017 a todos os leitores e amigos! 




PS: Essa série de textos é dedicada à memória de Ian Fleming e também aos amigos Lucian e Rildon que me incentivaram a fazer essa experiência. Obrigada, amigos. Beijos.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Eu e a NFL: Meu primeiro contato ao vivo com o mundo do futebol americano

Quem já visitou meu blog sabe que desde o épico show da Madonna no Super Bowl de 2012 passei a acompanhar com grande alegria e interesse o futebol americano. 
Um jogo que, aos poucos fui me familiarizando com as regras enquanto me divirto com as transmissões do Esporte Interativo (canal 36 UHF - SP) que são sempre carregadas de emoção, empolgação e explica as regras para aqueles que começam a se aventurar na transmissão desse esporte tão diferente daquilo que conhecemos por futebol (que para eles é o soccer).
Por causa disso, também estou colecionando o álbum de figurinhas lançado pela Panini. com os 32 times do campeonato da NFL, cheio de curiosidades de cada time, tudo muito bem organizado. É muito legal colecionar figurinhas, ainda mais de algo tão interessante.

Bolas e camisas
Recentemente fui a uma troca de figurinhas no MASP onde troquei muitas figurinhas, claro, e também algumas ideias sobre o "football". 
Nesta troca, obtive a informação de que existia aqui em São Paulo uma loja especializada em artigos para a prática do futebol americano. Entrei em contato e peguei horários e endereço.
Falei com minha tia pensando que iríamos num sábado. Mas como ela tinha assuntos para resolver no centro de São Paulo, acabei indo com ela ontem mesmo e aproveitei para passar na loja.
Foi um passeio incrível. Apesar de acompanhar o torneio da NFL há algum tempo nunca tive contato com o material esportivo usado nesse tipo de jogo.
As camisas, por exemplo, são muito grandonas já que o padrão do manequim nos Estados Unidos tem uma numeração um pouco maior do que a brasileira. E também são levados em consideração os equipamentos usados por baixo das roupas já que é um esporte de grande contato físico com impacto intenso.


Arara de camisas (jerseys)
Capacetes, chuteiras e diversos equipamentos
Durante esse passeio à loja Urlacher´s tive o atendimento da simpática Cris que, não se importou com minha vontade de fotografar a loja e também os objetos. Muito atenciosa, ela ouviu minha história com a NFL. De como conheci o esporte enquanto me ajudava com minhas figurinhas.
Também ajudou com algumas fotos e me mostrou as camisas bem de perto. Destaques para três camisas em particular. A do New England Patriots, a do New York Jets que são os times de coração (na NFL) de dois grandes amigos que me mostraram esse mundo tão diferente e a do Denver Broncos que tem a curiosa cor laranja. No futebol convencional (o soccer) desconheço o laranja como cor tradicional para um time em sua bandeira como cor oficial. Aliás a combinação de cores das camisas (jerseys) do "football" é bastante variada e às vezes bastante exótica. Não me atrevi a experimentar nenhum dos capacetes. Pelo tamanho deles e pelo que conseguem suportar em jogo, acredito que sejam muito pesados e um pouco incômodos para quem não tem hábito de usá - los mas ao mesmo tempo devem ser confortáveis para proteger a cabeça com muita segurança e delicadeza.
Um lugar que com certeza é um paraíso e uma grande fonte de conhecimento para quem é fã de longa data e também para quem começa a explorar esse assunto e está curioso e cheio de vontade de conhecer um novo universo.
Um objeto se destaca em meio a tantos artigos de decoração e artigos que estão à venda. Um quadro do jogador Tom Brady do New England Patriots, um dos melhores jogadores do campeonato com recordes impressionantes. Um craque da bola oval. Muito famoso nos EUA porém conhecido no Brasil por ser casado com a ulber model brasileira Gisele Bündchen.


O jogador Tom Brady do New England Patriots

Um passeio que te leva a um pedacinho muito significativo da tradição esportiva norte americana que vale demais conferir. Um dia, ainda pretendo voltar e comprar algo para guardar como lembrança.

Cris: Muito conhecimento e muita simpatia

Camisas do Patriots e do Jets




Serviço: Urlacher´s
Av. Brigadeiro Luiz Antônio nª1564 - Loja 10
Tel: (11) 97983-7271
Seg a Sex: das 10:00h às 19h
Sáb: das 10:00h às 12:00h



quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

De volta ao mundo de Crhistian Grey: um outro olhar sob quarto de jogos



Ha algum tempo, quando terminei de ler a trilogia 50 Tons de Cinza, um pensamento ficava ecoando em minha curiosidade: "Já conheço a visão pelo angulo de Ana Steele mas pouco sei sobre o charmoso e misterioso Christian Grey, por que?" 
E me parece que não fui a única pessoa entre os milhares de leitores espalhados pelo mundo. A própria autora, E. L. James também percebeu isso quando recebeu uma enxurradas de pedidos para reescrever a estória só que desta vez, sob o olhar cinzento de Christian. 
O livro com essa visão da estória foi então lançado este ano, pondo fim no grande mistério sombrio por trás da personalidade do milionário maníaco por controle que, literalmente, dominou o mundo literário e o imaginário de "Anas Steeles" comunicando - se em vários idiomas. 
Quando o livro foi lançado em junho do ano passado no exterior, comecei a criar expectativas para saber, finalmente, como tudo aconteceu sob um outro olhar. Será que vão lançar em português? Tomara. 
Aguardei ansiosa e acompanhava tudo q era notícia. Até que em setembro do mesmo ano, a espera acabou. Fiquei "monitorando" o preço até que em agosto deste ano, finalmente, Grey veio para minhas mãos. E finalmente pude ler o que diziam os lindos, misteriosos e cinzentos olhos de Christian. 
Uma sensação boa tomou conta de mim quando li o primeiro capítulo. E a cada capítulo, contado de um novo angulo, a sensação boa se repetia. A curiosidade, o espanto, enfim... Aos poucos, assim como aconteceu com a leitura da trilogia, a Ana Steele que adormecia dentro do meu imaginário acordava. Mas desta vez para ficar sentadinha em frente a uma lareira numa noite de inverno "ouvindo Christian" entre um e outro gole de chá. Reconfortante, eu diria. 
Esta visão, para muitos pode parecer chata e monótona. Mas para mim é interessante.
Toda história, seja real ou ficção tem dois lados. E no caso da ficção, conhecemos apenas um dos lados. E eu estava curiosa para saber o olhar de Christian sob o quarto de jogos, suas sensações, seus medos. E foi legal conhecer essa visão.
Li algumas críticas reclamando que o livro tinha muita coisa "repetida". Mas o que as pessoas queriam? Elas são repetidas porque precisam ser, afinal é a mesma história contada por outra pessoa, com sua visão dos fatos. 
Muito melhor e mais empolgante do que um filme que para mim não funcionou. Esse livro tinha que continuar a ser livro. Nunca deveria ter sido adaptado. Tanto que não verei as continuações. Talvez veja reportagens e um ou outro trailer mas nada além disso. 
Achei uma boa sacada da E. L. James contar duas versões de um mesmo fato. Ousado. E, na minha opinião ficou na medida certa. Se isso pede continuações? Talvez pois de minha parte, a curiosidade já foi bem mais do que saciada. E com certeza, daqui a algum tempo, terei prazer em reler tudo e mergulhar novamente neste mundo fascinante de Christian Grey.