My name is Patthy... Bondgirlpatthy

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

SBT 30 anos fazendo parte da minha vida

Ainda me lembro como se fosse hoje: Nesta mesma data coloquei num canal qualquer e lá em Brasília Silvio Santos terminava seu discurso dizendo "Está entrando no ar a TVS Canal 4 de São Paulo". Eu tinha apenas 6 anos quando isso aconteceu e só fui entender o sentido de tais palavras poucos minutos depois quando o grande símbolo com as letras TVS ( que significam TV Studios) foi ao ar pela 1ª vez naquela manhã às 10:00 h pontualmente, exibindo desenhos e filmes.  Algum tempo depois, o nome TVS mudou para SBT (que significa Sistema Brasileiro de Televisão).



Eu desde pequena sempre quis vivenciar um momento histórico com um pouco mais de consciência para um dia dizer "eu vi" para alguém que me perguntasse. E a inauguração do SBT foi o primeiro momento histórico que presenciei com meus olhos. Nunca imaginei que veria uma estação de televisão nascer diante de meus olhos.
Mais do que uma tevê, o SBT se tornou para mim minha companheira depois da escola, nos momentos de lazer. Claro que eu assistia também outras emissoras dependendo do que estivesse passando, sou SBTista porém eclética quanto ao ato de ver TV. A maioria dos programas que assistia eram SBT
A emissora  tinha (e tem até hoje) diferenciais que me agradam muito.
 Foi pelo "canal 4 de São Paulo" que conheci artistas que gosto até hoje (alguns deles até já saíram da emissora mas continuam carregando em sua carreira o jeito SBT de fazer TV).
Programas que me marcaram por tantos motivos como "Reapertura" do Elias Soares que era como um telejornal humorístico, por causa dele somente às quartas - feiras eu podia dormir mais tarde mesmo estudando de manhã. Recebi e guardo até hoje uma carta do Elias Soares que respondeu uma carta minha quando eu tinha uns oito anos. O programa Bozo, esse nem tenho palavras para definir. Eu era "amiguinha" dele e só lamento profundamente nunca ter dado uma bitoca no nariz. Domingo no Parque com Silvio Santos. Queria tanto ir e minha escola nunca me levou. Eu ficava brincando de estátua em casa e dublando as cantoras da época. No Qual é a Música eu brincava junto com os artistas e aprendi muito sobre músicas. Aprendi a reconhecer as notas do Maestro Zezinho. Tanta coisa...


Logomarca SBT através dos anos
O video - game estava na crista da onda naquela época mas eu nunca tive um. Só jogava de verdade quando ia na casa dos meus primos. Meu video - game era o programa TV Pow. Eu ficava desesperada gritando "pow pow pow" junto com o participante do programa e marcava pontos imaginários. No porograma Viva a Noite, cheguei a ligar e ser atendida pela assistente de palco. Eu sabia a resposta do cantor mascarado certinho e quando a assistente foi chamar o Gugu Liberato, a linha caiu, entrou outra telespectadora no meu lugar e ela levou CR$ 1 milhão. Prêmio que era para ser meu mas o destino não quis assim.
Tanta coisa dividi com o SBT. Tantas histórias que se cruzavam.
Através da emissora também conheci um tipo novo de novela: a novela mexicana. A primeira que vi foi Chispita com a atriz Lucero. Depois, inúmeras outras. E uma delas foi especialíssima Café com Aroma de Mulher que trazia no elenco principal o ator brasileiro Guy Ecker(apesar de brasileiro, ele não era conhecido no Brasil, sua carreira era estritamente no México). Sem contar também as aulas da profª Helena em Carrossel e minha personagem preferida entre os alunos, apesar de esnobe, Maria Joaquina Villaseñor interpretada por Ludwika Palletta.
De novelas brasileiras, sonhava em ser a Aninha (Suzy Camacho) a namorada do Jerônimo (Francisco di Franco). Era uma novela diferente de tudo que já vi porque tinha aventura tipo velho oeste misturado aos dramas comuns de uma novela. Adorei ver também Sangue do meu Sangue, Pérola Negra, Pícara Sonhadora e atualmente viajo nas emoções de Amor e Revolução.

Logomarca comemorativa dos 30 anos
O SBT tem outras coisas que adoro: telejornais em horários alternativos para que na hora de noticiários em outras emissoras quem prefere se informar sem usar telejornal (meu caso) tenhamos no SBT a única opção da TV aberta para quem não gosta de telejornal. Sem contar seriados que gosto de assistir: Chaves que sou fã assumida prá caramba e nos anos 80 Esquadrão Classe A, Supermáquina (que saudades). Atualmente curto no SBT Um Maluco no Pedaço com Will Smith. Tem só uma coisa que não gosto no SBT, as constantes mudanças da grade de programação ou horários.
Ah, não posso me esquecer da maior alegria como Corinthiana que foi a final da Copa do Brasil diante do Grêmio de Porto Alegre. Timão Campeão, foi lindo! E as comemorações efusivas do mascote da Copa do Mundo "Amarelinho" com a narração vibrante de Téo José e os comentários de Orlando Duarte (inclusive conheci pessoalmente).
O SBT faz parte de minha vida desde sempre e desde o dia que ganhei uma televisão só para mim, assisto o que quero, não importa o canal mas antes de desligar sempre coloco no canal 4. É uma forma que achei de demonstrar carinho pela emissora que eu vi nascer. Algumas vezes fui aos estúdios da Vila Guilherme assistir alguns programas (numa dessas oportunidades, vi o Lombardi de longe, não tirei foto porque não tinha máquina na época) e por duas vezes estive também no CDT Anhanguera. Participei em 1994 do Domingo Legal duas vezes em gincanas. Não ganhei o prêmio mas tive momentos inesquecíveis cheios de magia. Nesta data em que a emissora completa suas 3 décadas de sucesso só tenho a lhes dizer um muito obrigada por existir SBT, seja bem - vinda entre os balzaquianos e que sua trajetória de sucesso seja como você mesma diz: A mais feliz do Brasil.







Um comentário:

  1. Muito bom, Patthy.

    Existe até uma comunidade no Orkut que diz: "SBT formou meu caráter". E ela é bem verdadeira.

    Devo à programação do SBT muita coisa de bom que aprendi na infância e que levo para a vida toda.

    Tomara que ela recupere esse espírito tão pioneiro deste passado recente.

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