My name is Patthy... Bondgirlpatthy

Bem - vindos ao meu cantinho virtual . A "casa" está sempre aberta à todos que queiram vir aqui ler e comentar meus posts. Este blog não tem compromisso jornalístico portanto não tem compromisso com a imparcialidade. Mas o meu compromisso com a democracia continua. Aqui toda opinião é importante e respeitada. Fiquem à vontade, a "casa" é de vocês. Voltem sempre q quiserem . Um beijo com muito carinho e obrigada.


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Duas estórias do Chapolin Colorado






Escrevi esses dois textos para participar de um concurso de contos do Chapolin Colorado  promovido pelo Fã clube Chespirito Brasil, cujo prêmio era uma camiseta com motivos de Chaves e Chapolin. O concurso foi realizado entre os dias 13 e 24 de julho de 2011. Não ganhei o concurso mas quero compartilhar as minhas estórias. Espero que gostem

1) O casamento da Dona Florinda

A Vila está em festa, afinal, depois de 20 anos de namoro e "40 e onze" xícaras de café, chega o dia do casamento de Dona Florinda com o Professor Jirafales.
A Velha Coroca estava feliz porque finalmente iria se livrar de toda a gentalha.
No páteo da Vila todo enfeitado com os buquês de flores que o Girafão Comprido mandou durante todo o namoro, toda a Vizinhança aguarda o momento em que Quico ganharia um "Papai Novo".
Seu Madruga coloca o disco na vitrola que o Dr. Chapatin emprestou. Começam os primeiros acordes do tema de E o Vento Levou.
A Senhorita Paraíso, digo Céu, Digo Glória... entra na frente jogando pétalas de rosas para a noiva passar. Jirafales aguarda no altar com mais um humilde presente.
Quico entra conduzindo a mãe e usando seu terninho de marinheiro de "casemira penteada" azul da saga de Acapulco.
A mãe estava vestida com um vestido branco e bobs combinando, além de seu avental. Tinha acabado de voltar do salão de beleza que estava fechado.
Mas, de repente, Hector Bonilha bate no bochechudo e rapta Dona Florinda.
- Oh e Agora quem poderá me defender? disse Jirafales
-EEEEEEEEEEEuuuuuuuuuuu
- O Chapolin Colorado
- Não contavam com minha astúciaaaaaaa
- Que bom que você chegou Chapolin, imagine que...
Mestre Linguiça conta o que aconteceu e Chapolin desmaia.
Até ele que é burro duvidava que um dia Dona Florinda e Professor Jirafales iriam casar.
Depois que recupera os sentidos diz:
-Palma palma não priemos cânico. Eu salvo a Dona Florinda, sigam - me os bons.
E saiu atrás do raptor.
Chapolin achou Hector com Dona Florinda e bateu nele com um pau. Pegou a Velha Coroca e acordou Quico que ainda estava desmaiado.
Tudo recomeçou.
A Velha Coroca chegou no altar e o casamento prosseguiu:
-Professor Jirafales que milagre o Senhor por aqui!
-Dona Florindaaaa. Vim lhe trazer este humilde presente (e ao invés de flores coloca a aliança no dedo de Dona Florinda).
Dona Florinda percebe que dessa vez não são flores e fica feliz. Sem saber o que dizer, convida:
- Não gostaria de entrar e tomar uma xícara de café?
- Não seria muito incômodo?
- Ah mas é claro que nãooooooo queira entrar.
- Depois da Senhora
- Ah obrigada
Ele, ao invés da abrir a porta para que Florinda entre, a toma nos braços e beija finalmente. Todos aplaudem.

O Chapolin Colorado vai se sentar na cadeira para começar a comer e sai tropeçando no banquete da festa da Dona Florinda que a Bruxa do 71 preparou com suas próprias mãos e a comida voa para todo lado.
- Burrooooooooooooo. Gritaram todos para o Vermelhinho.
E o padre? perguntam vocês. Eu esqueci de dizer que o padre era o Jaiminho e ele não celebrou o casamento pois preferiu evitar a fadiga. O Chaves não compareceu porque esqueceram de convidar.

Fim

2) Vamos à Disneylândia com o Polegar Vermelho
Obs: Apesar das informações parecerem verdadeiras elas não passam de uma estória que não existiu

Lembram daquele cartaz que o Chapolin pede ao Xerife se pode colar junto com os de procura - se o Racha Cuca? Pois é, acessando a internet descobri que o concurso era verdadeiro e resolvi me inscrever.

O concurso para ir à Disneylândia foi até anunciado no jornal do SBT e lá explicaram as regras.
A gente tinha que ir ao mercado comprar uma lista de produtos divulgado pelo portal Chespirito. org.
Nessa lista de produtos tinham uns códigos de barra que deviam ser cadastrados em fóruns ou portais de fã clubes de Chespirito por todo o mundo e só valia uma vez.
A lista de códigos tinha que ser registrada no fã clube ou fórum do país que você mora. Aqui no Brasil escolheram o fã clube Chespirito Brasil. Os produtos eram:


coisa que serve para limpar prata
bola quadrada
corneta paralisadora
copo de suco Super de Quico
pirulito de caramelo
tinta invisível
marreta biônica
cerveja Chevez
varinha mágica da Bruxa Baratuxa


Anotei tudo e saí correndo para comprar. Minha sorte era que o mercadinho perto da minha casa ainda estava aberto.
Comprei tudo, paguei algumas moedas e corri para a casa. Acessei o site especial da promoção e cadastrei meu código 24147172BARRILNUMEROOITO.
O resultado iria sair no dia do aniversário do Chespirito e ele próprio iria anunciar no SBT para todo o mundo quem iria para a Disneylândia com o Polegar Vermelho.
Na data marcada, vesti minha camiseta do Chapolin Colorado e liguei a TV no Jornal do SBT. Karin Bravo falava direto da casa de Chespirito e a festa do aniversário dele rolando solta.
Ele pediu silênciooooooooou e anunciou. "O vencedor do concurso mora no Brasil, o país de vocês, na cidade de São Paulo e tem o código 24147172BARRILNUMEROOITO".
Eu já estava com as malas prontas e logo tocou a campainha da minha casa:
(dim don) - Quem é?
-EEEEEEEEEEEEEEEEEEEuuuuuuuuuuuuuuuu.
- O Chapolin Colorado
- Não contavam com minha astúciaaaaaaaaaa
- Está pronta para ir à Disneylândia Patrícia?
- Sim Vermelhinho
- Então vamos
Nos divertimos muito lá, vimos muitas coisas legais. Brincamos muito. É um sonho ir à Disneylândia ainda mais com o Chapolin Colorado.

Fim


OBS: Contos baseados no personagem Chapolin Colorado de Roberto Gomez Bolaños (Chespirito), dedicado à Chespirito, Edgar Vivar, Carlos Villagràn, Ruben Aguirre, à todo elenco de Chaves e Chapolin e à todos os Chavesmaníacos do Fã Clube Chespirito Brasil, especialmente à minha amiga Michelle (Velha Coroca), Gustavo Berriel e aos dubladores Tatá Guarnieri, Nelson Machado, Luiz Carlos de Moraes e Osmiro Campos
















2 comentários:

  1. Ai Patthy que textos deliciosos! Coitado do Chaves, sempre esquecem dele!! Adorei os dois textos! Mais o do Cheves! hahahahaha Seguiu direitinho a lógica dos personagens! Adorei mesmo!! Saudades amiga!

    ResponderExcluir
  2. Q bom q vc gostou. Claro q eu ia seguir toda a linha traçada por Roberto Bolaños para os personagens e fazer minhas adaptações q eram necessárias p/ a estória ficar legal. Bjs, saudades tb.

    ResponderExcluir

Deixem sua opinião aqui. Ela será lida e respeitada